Manuel Pinho gesto
Imagem publicada em Espanha pelo “El Mundo”

Numa atitude de dama indignada e sob o protesto de damas ofendidas, um dos poucos ministros de Sócrates que deixa obra útil a Portugal foi sumariamente demitido.
E porquê?
Porque despiu por momentos a capa de hipocrisia que os políticos deste país vestem todos os dias, capa essa com que vão prejudicando diariamente Portugal e os Portugueses… mas educadamente.

Manuel Pinho, de quem evidentemente nos distanciamos ideologicamente, foi apesar de tudo responsável pelo desenvolvimento das energias renováveis em Portugal, e graças ao seu trabalho os Portugueses vão beneficiar nos anos vindouros de uma menor dependência no campo da produção de energia.
Mas foi humano: sob o fogo cerrado de uma oposição demagógica e sem vergonha, perdeu a compostura… e fez uns chifres aos que o atacavam…

E Sócrates, em mais uma tirada politicamente correcta, foi afoito em o demitir. O “gesto” não prejudicou Portugal nem os Portugueses, apenas “ofendeu” uma bancada de políticos hipócritas.

E Maria de Lurdes Rodrigues, que tem posto em alvoroço a classe docente deste país? E os ataques à Função Pública? E os prejuízos de milhares de milhões, entre Otas, Alcochetes, TGVs, terceira ponte sobre o Tejo, incompetência/ingenuidade do inútil mais bem pago de Portugal, Vítor Constâncio?
E as mortes ocorridas por atrasos na chegada a hospitais por encerramento de unidades “economicamente inviáveis” decididas pelo Ministério da Saúde?

O governo de Sócrates e os seus apaniguados, tem sido responsável por prejuízos incalculáveis aos Portugueses, e aparte uma operação de cosmética que já veio tarde no ministério da Saúde, ninguém foi demitido.

Há um ministro a quem reconhecemos obra feita (vamos esquecer a declaração que fez na China sobre a mão-de-obra ser barata em Portugal – devia ser uma piada) que mostra que é humano, que lhe corre sangue nas veias como em qualquer cidadão e é demitido…
Não percebemos… mas se é uma piada, é de mau gosto.

pnr - imigração
O Movimento pró-Pátria não pode deixar de se solidarizar com o camarada José Pinto Coelho, num momento em que é vítima de perseguição política. Há que referir que com a maior desonestidade politica, Sá Fernandes e Rosário Farmhouse estão deliberadamente a confundir o delito comum à face da lei, o racismo e a xenofobia, com uma crítica puramente política, a crítica às políticas de imigração ou à falta delas. Se a queixa contra Pinto Coelho tiver procedimento, esperamos que sejam levantadas igualmente acusações contra Paulo Portas, Alberto João Jardim, e outras altas individualidades que tem proferido declarações polémicas sobre imigrantes

SÓRDIDA HIPOCRISIA EM PORTUGAL
(carta aberta de José Pinto Coelho)

Conforme é público, encontro-me com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência no âmbito de uma queixa-crime apresentada contra mim por parte do Vereador da CML, José Sá Fernandes, em virtude do cartaz afixado pelo PNR em 29 de Setembro de 2008, na Praça de Entrecampos. De momento, contudo, tenho já acusação deduzida por parte do Ministério Público, tendo como denunciantes o Vereador Sá Fernandes e a Alta Comissária Rosário Farmhouse.

Quanto a este facto, que configura uma pura perseguição política, pela simples razão de ter opinião própria e de a manifestar abertamente, tenho a considerar o seguinte:

- O Procurador-Geral da República, no início do seu mandato denunciou publicamente a existência de feudos dentro da PGR. Tais declarações levantaram as polémicas habituais sempre que se dizem verdades incómodas, mas pessoalmente nunca duvidei de que tal fosse provável. Aliás, de momento tenho fortíssimos indícios da existência de tais poderes dos feudos, pois só ela justifica o facto insólito de eu estar acusado, por motivos políticos, por parte da “Unidade Especial de Investigação ao Crime Especialmente Violento” do DIAP, como se a minha conduta alguma vez se enquadrasse num crime e ainda por cima especialmente violento.

- Relembro que o cartaz afixado pelo PNR em 29 de Setembro de 2008, na Praça de Entrecampos, com uma mensagem política contra as políticas de imigração, é perfeitamente legal e que se enquadra na livre expressão dos partidos políticos consagrada na Constituição Portuguesa. Esse cartaz do PNR foi removido no dia 6 de Outubro, pelos serviços camarários, por ordem expressa de Sá Fernandes, num claro abuso de poder, difamação e dano qualificado, movido apenas por motivações político-ideológicas, impondo assim restrições arbitrárias à livre mensagem de um partido político.

- No dia da remoção, o mediatismo de tal atitude, trouxe a público as declarações do próprio Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, segundo as quais, em sua opinião nada havia de ilícito penal na mensagem política do cartaz. Também os comentadores políticos, Pacheco Pereira e Lobo Xavier, publicamente demonstraram a sua indignação por tal forma persecutória e restritiva dos direitos políticos dos partidos.

- Só à luz desta lógica da existência de feudos, com sede de perseguição aos Nacionalistas, se entende como pode ser proferida acusação contra mim, vinda de uma unidade de crime especialmente violento, baseada exclusivamente em argumentação político-ideológica e fundamentada num texto todo ele subjectivo, de juízo de valor e de presunção das minhas intenções.

- É este o ambiente de terror e perseguição que se vive em Portugal, embora de forma dissimulada e revestida da mais sórdida hipocrisia. Em Portugal é efectivamente perigoso ter-se uma voz dissonante daquilo que está estipulado pela ditadura do pensamento, sendo que esta é vigiada, por sua vez, pela ditadura cultural marxista, e requer, por isso, uma determinação férrea e uma coragem ímpar para se fazer frente aos donos do poder e não ceder às suas imposições.

Face ao exposto, repudio assim veementemente a acusação contra mim proferida e denuncio publicamente a perseguição que configura o facto de um departamento do MP, vocacionado para o crime especialmente violento, se imiscuir em assuntos estritamente políticos, perseguindo-me como se de um criminoso se tratasse.

Afirmo também a disposição de lutar judicialmente contra aqueles que, no campo político e no judicial se movem por perseguições políticas, requerendo a abertura de instrução e o combate judicial até ao fim.

Reafirmo ainda e por fim que, como diversas vezes o tenho dito, nem esta nem qualquer outra perseguição ou obstáculo me farão calar ou retorquir. A minha determinação não vai jamais esmorecer, bem pelo contrário, a cada dia se fortalece mais e ganha novo alento na luta que travo pela causa Nacionalista e por Portugal.

José Pinto-Coelho – 2 de Junho de 2009
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John_Howard_Election[1]
Há palavras que em nome do politicamente correcto não podemos proferir, sob o risco de sermos considerados xenófobos, racistas ou mesmo anti-democratas. Somos portanto compelidos a citar declarações de políticos insuspeitos, como é o caso de John Howard, ex-primeiro-ministro da nação australiana entre 1996 e 2007.
Citação:

OS IMIGRANTES NÃO AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE. É pegar ou largar! Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos. A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade. A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua! A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura. Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco. ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA, E O NOSSO ESTILO DE VIDA. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade australiana: O DIREITO de PARTIR. Se não são felizes aqui, então PARTAM. Não vos forçamos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou.

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Muitos de nós sofrem com a falta de dinheiro, Cristiano Ronaldo sofre com o excesso dele. Não há volta a dar, é o tema do momento e como tal aproveito para opinar.
Os números são monstruosos: Manchester United vai receber pela transferência do jogador quase 100 milhões de euros e C. Ronaldo vai ganhar um ordenado de 12 milhões por época. Qualquer coisa como 1370 euros à hora, quase 23 euros por minuto, ou melhor, 1800 salários mínimos nacionais.
Como adjectivar estes números?
Começo por considerar imoral visto que para Ronaldo o clube de Manchester era a melhor equipa do mundo, disse por várias vezes que se sentia como se estivesse em casa, a equipa jogava para ele e tinha o seu treinador, Alex Fergusson, como um grande amigo e que sempre o ajudou em todos os momentos e sempre o referiu como o melhor do mundo. Resultado, Ronaldo recebeu uma proposta choruda de outro clube e nem pensou nos seus colegas de equipa ou no seu treinador. Foi para os Estados Unidos beber um champanhe de 20 mil euros com a sua nova namorada Paris Hilton, a mulher do povo.
Considero pouco ético, porque as bases do futebol eram equipas de jogadores amadores da região e não como é hoje em dia onde o estádio mais parece um circo com pop stars em campo, mais preocupados com a sua aparência do que trabalho em equipa.
Mas o pior de tudo é a imagem com que os jovens estão a ficar do futebol.
Estarão com certeza a pensar, de que é que vale ficar anos a estudar para depois andar a dar cabo do corpo por um salário mínimo quando basta saber marcar golos para ganhar milhões e ser reconhecido. É a imagem com que ficamos, mais vale pés de ouro e cabeça vazia.
E quem se aproveita das cabeças vazias são os governos. E foi o que o governo de Zapatero fez com toda esta euforia em Madrid. O governo espanhol aproveitou para subir no preço dos combustíveis e tabaco. O tema Ronaldo abafou esta subida de preços.
Para terminar, espero que Ronaldo use algum dos seus milhões para melhorar a sua cultura geral e seu vocabulário. Pode ser bom de pés, mas de cabeça é totalmente o oposto.
Daniel Lage

Nota – Não é nossa intenção atacar ou tentar denegrir a imagem e o exemplo de Cristiano Ronaldo. Ele é apenas o expoente máximo da alienação das massas, que se deixam iludir, esquecendo a imoralidade do facto de haver milhões de seres humanos a viver em condições de pobreza e até infra-humanas, enquanto que outros, os ídolos, desbaratam somas impensáveis em objectos e eventos que representam o puro desperdício, uma ostentação ofensiva.

Neste último 10 de Junho, uma pequena delegação do MPP acompanhou os membros da Causa Identitária num encontro junto às comemorações oficiais do 10 de Junho.
Tendo sido em tempos o Dia da Raça, termo que não tinha qualquer conotação com a ideia de racismo, o dia 10 de Junho foi mudando de denominação e de significado ao longo do tempo e foi com espanto que nos apercebemos que a seguir à oração católica transmitida pelos altifalantes e antes do Hino Nacional foi transmitida uma oração islâmica.
A bem da multiculturalidade e da sã convivência étnica, está-se a perder a noção do que é a Nação e os seus valores.
O maior contacto que Portugal manteve com o Islão, foi a ocupação muçulmana iniciada no fim do século VIII e o contacto entre as espadas da Reconquista Cristã e as cimitarras dos sarracenos que foram sendo empurrados para fora da península pelos guerreiros cristãos.
Sarracenos que há mil anos detinham uma civilização mais equilibrada que hoje.
Os muçulmanos de há mil anos souberam respeitar o credo cristão nos territórios por eles conquistados, coisa que não fazem nos dias de hoje.
Hoje o Islão é conquista, é proselitismo, é intolerância, é insurreição violenta, é lapidação, é mutilação como pena ditada em tribunais.
Se é para cobrir todos os credos, então que no 10 de Junho haja orações budistas, hindus, baptistas, protestantes, mórmones, da IURD, etc.…
Ou será que a oração Islâmica tem a ver com o facto de esta ser neste momento a religião com mais adeptos a nível mundial?
Isso seria um acto da mais cobarde bajulação, pois a comunidade islâmica em Portugal não justifica em número tal reverência.
Mas relativamente ao Islão na Europa aqui ficam algumas imagens.
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Muçulmanos atacam mulher árabe na Suécia por não usar Burka

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Europa, vais rastejar, quando os mujaedin rugirem

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O Islão vai dominar o mundo

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Matem os que insultam o Islão-A Europa vai pagar, a demolição está em marcha-Matem os que brincam com o Islão

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A Europa é o cancro o islão é a resposta-exterminem os que difamam o Islão

xenofobia angolana
Se este tipo de considerações surgisse num meio de comunicação português ou até da boca de um político, eram imediatamente alvo da acusação de xenofobia e de racismo… mas aos angolanos, tudo se permite… são negros…
Passamos a citar

Edição nº304, página 2

Título do artigo

“Mãos de vaca”

Em bom português o que os tugas fazem no nosso país chama-se rapina (…)
(…) Mas a verdade é que pela sua própria idiossincrasia, os portugueses não são de dividir com ninguém. Por alguma razão foram eles os inventores de mesas com gavetas. Era para esconderem a comida ao menor indício da chegada de um indesejado, mesmo que se tratasse de um familiar (…)

Título do artigo

“Ó «shô» Manel, a «bida» está difícil?”

(…) De tão preta que está a vida por lá, os tugas passaram já a ver a visita de José Eduardo dos Santos como a varinha mágica que resolverá os seus problemas. Haja calma! No colo de Angola não cabem todos… já lá se encontram são-tomenses, guineenses, zimbabueanos e não se sabe mais quantos.

As considerações que se seguem, traduzem a posição do MPP:

Não apadrinhamos a partida de portugueses para África em busca de uma vida melhor. Serão sempre eles, os novos colonos, as vítimas, se algo correr mal, serão os bodes expiatórios de erros políticos. As empresas, que fazem a verdadeira rapina dos recursos africanos, essas estão escudadas em protocolos entre governos, que com mais ou menos corrupção de ambos os lados acabam por enriquecer indivíduos e não nações.
A rapina, como lhe chama o Semanário Angolense, ocorre com a anuência da classe política angolana.
Se o redactor desta pérola jornalística quiser pedir responsabilidades, que o faça junto do seu governo…
Resta-nos elogiar a qualidade do Português utilizado nos textos, que está ainda referenciado aos cânones do Português correcto e não ao malfadado Acordo Ortográfico.
Chamamos a atenção para o facto de referirem que no “colo de Angola” não cabem todos… Angola tem quase 14 vezes a superfície de Portugal e infinitamente mais recursos… mas no pequeno “colo de Portugal” temos que receber de braços abertos todos os que queiram vir… e com boa cara!

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O Texto que reproduzimos é da autoria de Paulo R. dos Santos, professor de Sociologia na FUNEDI, Universidade do Estado de Minas Gerais, em Divinópolis, Minas Gerais. Fomos devidamente autorizados pelo autor no sentido de reproduzir aqui o texto, que mantivemos com a ortografia original.
O primeiro título e a imagem são da nossa responsabilidade

AS APARÊNCIAS ENGANAM

Uma visão rápida e superficial da vida moderna, do mundo em que vivemos e do como vivemos neste mundo, pode dar a entender que a humanidade perdeu, desperdiçou, todas as chances de futuro. Pode parecer que não chegaremos ao fim deste século, nos autodestruindo por ganância, irracionalidade, cinismo, sadismo e uma arrogante postura de superioridade diante da Natureza. De fato, essa possibilidade é real.

Apesar de tudo isso ser a mais pura realidade, mais de uma vez a humanidade se viu diante de crises de largas proporções e sobreviveu. Alguém certamente dirá que agora a crise é global, sistêmica, que nada e ninguém fica do lado de fora dos acontecimentos. Não há como negar que tempos ainda mais difíceis podem vir.

Ainda assim, para os que observam detalhes, singularidades, pequenos desvios, atalhos, pessoas que se negam a entregar-se ao espírito de rebanho predominante, as coisas não estão totalmente perdidas… nem o futuro da humanidade.

A história humana, mais de uma vez, mostrou que as minorias conscientes é que fazem a diferença e não o rebanho humano que segue qualquer berrante ou trombeta, pequenos ou grandes tiranos, falsos guias ou profetas. Há esperanças, apesar de tudo!
Paulo R. dos Santos

APTOPIX Greece Quran Protest
Por ter constado que um agente da autoridade grego terá desrespeitado um exemplar do Corão, centenas de muçulmanos semearam o caos em Atenas e atacaram a polícia, que tentava impor a ordem.
O habitual, automóveis incendiados, estabelecimentos vandalizados, polícias e viaturas policiais apedrejados e atacados com cocktails molotov.
É claro que seria impensável que num país muçulmano uma comunidade cristã desencadeasse acção semelhante por desrespeito a uma Bíblia…
Como habitualmente, nós, europeus, reagimos frouxamente, sem eficácia, a anunciar a nossa derrota perante os novos bárbaros que nos invadem… entretanto pessoas que tentam defender o modus vivendi europeu, são multadas pelos tribunais franceses, como o identitário Philippe Vardon, multado em dezenas de milhar de euros e a actriz Brigite Bardot, que por ter afirmado “Estamos cansados de ser manipulados por essas populações que destroem o nosso país, impondo as suas acções…” foi condenada ao pagamento de 15.000 euros e a dois meses de pena suspensa.

matricula
Este dispositivo, a ser utilizado pretensamente no sentido de aumentar a segurança de bens e comodidade dos utentes, não é mais do que um meio de que qualquer entidade governativa virá a ter ao seu dispor para localizar qualquer viatura em tempo real. É uma clara violação do direito à privacidade dos cidadãos. Uma vez que o dispositivo estará colocado nas matrículas, ladrões de automóveis retirá-lo-ão facilmente, impossibilitando a localização das viaturas.
Mais uma medida governamental que impõe despesas ao cidadão, sem que este tenha qualquer retorno.
E mais uma vez a oposição se mantém silenciosa, porque é mais um meio de controlo sobre pessoas e bens, que interessa aos partidos do poder.

Poço
Vai apertar a fiscalização aos poços domésticos ainda em 2009. Será obrigatório o cadastramento de todos os poços nas Administrações das Regiões Hidrográficas, entidades criadas em 2007 pelo governo de Sócrates e que absorverão grande parte dos montantes cobrados pelos licenciamentos dos poços e furos particulares. O não cadastramento dos poços e furos, poderá ser penalizado com coimas a partir de 25.000 euros.
O passo seguinte será a instalação de contadores de água nos poços. É uma medida de apoio às empresas municipalizadas de distribuição de água, que veem os seus lucros diminuídos por aqueles que se socorrem dos poços e furos privados.
A oposição nada diz sobre o assunto, porque esta medida representa mais um meio de controlo sobre as populações e sobre os recursos, que interessa aos partidos do poder.

a

O Movimento Pró-Pátria

Fundado em meados de 2006 na cidade do Porto, o Movimento Pró-Pátria é um movimento político que surge da necessidade de uma nova plataforma associativa inteiramente interessada e dedicada à defesa de Portugal numa perspectiva abnegada e patriótica. Depois de uma primeira fase de fundação que se quis serena, o MPP, como movimento ambicioso e confiante que é, pretende mostrar-se aos portugueses, crescer e consolidar. Queremos ser uma referência na sociedade e uma influência positiva na política em Portugal! Junta-te a nós!