A coincidir com a entrada em pleno da lei que liberaliza o aborto em Portugal, pela primeira vez se estima que os nados-vivos baixem da fasquia dos 100 mil, em 2009.
MPP

Quanto a mim, o principal problema para a baixa natalidade nos países ocidentais é a ganância e sofreguidão de lucros abissais por parte das grandes corporações, que não fazem acompanhar a massa salarial dos seus empregados à inflação. De facto, basta ver o que a PT fez o mês passado ao aumentar as taxas fixas do serviço telefónico numa altura em que se fala em deflação; a EDP prepara-se, com a bênção da ERSE, para aumentar em mais de 2% o tarifário da energia eléctrica; o preço da água também vai aumentar; a taxa de ligação de saneamento (em Gaia) teve um aumento de 100%; os combustíveis sobem mal aumenta o preço do petróleo e só descem depois de dias e dias de protestos; o (des)Governador do Banco de Portugal, do alto do seu salário superior a 5.000,00€ mensais (quanto é que ele ganha mais do que o Presidente da República?) falou em aumentar os impostos e baixar os salários para controlar o défice orçamental do Governo…e agora já aceita displicentemente aumentos entre 1% e 1,5%… tanta bondade!
Tudo isto se traduz na perda de poder de compra das pessoas que, logicamente, evitam ter filhos que só lhes trazem despesa: casa maior, vestuário, alimentação, livros escolares, saúde, etc.
Por que é que o meu patrão “Banco Santander Totta, S.A.” alinhou pelos aumentos salariais da Associação Portuguesa de Bancos (1,5%) e apesar disso está a obter ganhos superiores a 25% relativamente ao ano de 2008? Para onde vai esse dinheiro todo? Se fosse distribuído pela massa salarial, se calhar para o ano que vem nasciam mais umas criancinhas. Isto é igual em todos os países ocidentais. Não é só no caso português.
Os muçulmanos estão habituados a viver abaixo de cão e fazem filhos para servir de bombas e escudos humanos para as suas acções terroristas. Eles não são afectados por estas políticas financeiras porque não há multinacional que esteja interessada em operar nos países muçulmanos radicais (é destes e apenas destes que vem o perigo). Já alguém ouviu falar na Renault, IBM, Microsoft, Bayer, etc, na Líbia, Afeganistão ou Irão?

Pensem nisto.

A. Carvalho

Ó linda flor que culpas não tens
Que surgida da natureza viva
Te usassem como símbolo da morte
Que da Lusitânia fosses a despedida

arranjos%20022
Não penses que te culpamos
Pela perda da Pátria amada
Junta-te a nós e chora a tua mágoa
Pois também tu foste humilhada

Marisa Gomes

Cópia de vaccs_dees
Pode parecer cruel para os familiares e amigos das vítimas mortais da Gripe A, mas a verdade é que, mesmo para os especialistas, esta gripe não apresenta riscos reais superiores aos da gripe sazonal.
Que se passa na verdade, o que terá provocado esta histeria mundial em volta de uma doença “corriqueira”?
Uma conspiração mundial no sentido de reduzir a população do nosso planeta em crescimento ainda descontrolado?
A sede de lucro da indústria farmacêutica e dos seus accionistas?
Ou ambos os motivos?
Chega-nos informação que nos dá conta da criação de trigo transgénico que provocava azoospermia (ausência ou morte dos espermatozóides) nos homens que se alimentavam dos seus derivados.
Que foi ministrada a milhões de mulheres em idade fértil no México, Nicarágua e Filipinas, uma vacina anti-tetânica patrocinada pela OMS e que se veio a descobrir que possuía efeitos abortivos. Curiosamente essa vacina não foi inoculada em homens, que estariam em condições normais mais expostos a contrair o tétano. Que a contagem de espermatozóides dos homens tem diminuído drasticamente de geração em geração nas sociedades mais evoluídas.
Que em determinado país havia instruções para laqueação de trompas em todas as cesarianas.
Que se julga que a SIDA tenha sido concebida em laboratórios americanos com o fim de acabar com determinado sector da população e que por falha do projecto se dissemina indiscriminadamente.
Que a gripe A surgiu aparentemente no México e tem atingido com maior mortalidade populações geneticamente ligadas àquilo que os americanos denominam como “latinos”.

Algo de estranho se passa, e as nossas suspeitas aumentam quando a indústria farmacêutica, ligada a grandes lóbis financeiros mundiais entra em campo criando condições para facturar biliões à custa da sua influência sobre o poder político.
Surgem vacinas, insuficientemente experimentadas, que à pressa são impostas a milhões de pessoas. Em alguns estados dos Estados Unidos, as crianças não vacinadas são proibidas de ir às aulas, e os pais são multados segundo vários critérios (multa diária, multa única, privação de direitos civis, suspensão de benefícios fiscais, etc), até condescenderem na vacinação dos filhos.
Tudo isto, apesar das suspeitas de ligação das anteriores vacinas do mesmo tipo à Síndrome de Guilain-Barre, um grave distúrbio neurológico que conduz geralmente à morte.
“A pulga atrás da orelha” surge da desconfiança dos profissionais de saúde, que são “quem sabe da poda”.
E quando ficamos com a nítida sensação de que em certos órgãos de informação as opiniões contra a vacinação são censuradas.
E quando nos chegam notícias que a americana Baxter entregou para distribuição em 16 laboratórios no centro da Europa vacinas contaminadas com h5n1, que iriam inocular em humanos, talvez propositadamente (precisam de cobaias) com a gripe das aves, essa sim, provavelmente mais mortal e de contaminação mais célere.
Vêm depois políticos e responsáveis governamentais tomar a vacina diante das câmaras dos media… mas na verdade ninguém sabe se estão a ser injectados com a vacina… ou com soro fisiológico…
Mesmo sem querer acreditar em “teorias da conspiração”, somos forçados a deduzir que algo de muito estranho se está a passar…
Sabemos que os americanos não tiveram problemas em expor os seus próprios militares ao sopro radioactivo das primeiras explosões nucleares.
Sabemos que dezenas de mulheres soldado americanas que viajaram sentadas em cima de caixotes com munições de urânio empobrecido ficaram estéreis ou deram à luz crianças com deficiências.
Sabemos que o urânio empobrecido despejado pelos americanos nos Balcãs contaminou um número indeterminado (por ser encoberto) de militares de vários países.
Sabemos que os americanos “atapetaram” o Vietnam com o famoso Agente Laranja, contaminando os próprios soldados americanos para além das populações. Como resultado, taxas elevadas de cancros diversos, devido a utilização da tetraclorodibenzodioxina, para além de malformações nas crianças nascidas de grávidas afectadas pela dioxina.

Pelo sim, pelo não, em minha casa ninguém se vacina…
Nada como uma gripezinha para ganharmos imunidade a ela mesma…

Carlos Branco

Humilhado, espezinhado, decadente
Incapaz, abandonado, doente
Assim te encontras ó meu País
Minha Pátria, meu berço, minha raíz

Ó Pátria amada, cobardemente atacada
Holocausto em plena madrugada
Capitães de uma causa rude e vil
Abril, Abril, lágrimas mil

Marisa Gomes

mayanlord2012
É preocupante o enfraquecimento gradual do campo magnético da Terra, um fenómeno conhecido há muito tempo. Calcula-se que no último século e meio a sua intensidade se reduziu pelo menos em dez por cento, apesar de em zonas como a Anomalia do Atlântico Sul estar a diminuir dez vezes mais depressa que noutros lugares.
Segundo um estudo científico publicado em Nature Geoscience, este enfraquecimento poderia provocar uma iminente inversão magnética dos pólos.
A Terra, da mesma forma que outros planetas do Sistema Solar, possui um campo magnético que se estende do núcleo até ao exterior, que vai perdendo progressivamente intensidade.
Graças a este campo, o planeta comporta-se como um íman gigante com dois pólos magnéticos que se encontram próximos dos pólos geográficos – o pólo norte magnético está actualmente a 1.800 quilómetros do pólo norte geográfico.
O campo magnético terrestre forma um escudo protector contra o vento solar, que é o fluxo de partículas carregadas de alta energia proveniente do Sol.
Este escudo, conhecido como magnetosfera, é o que protegeu sempre a vida da Terra contra grande parte da radiação que vem do Sol.
Tem-se verificado que a magnetosfera nem sempre teve a mesma força, já que está dependente de oscilações naturais de máxima e mínima intensidade.
Actualmente, a magnetosfera está a enfraquecer progressivamente, mas considera-se que os níveis se encontram ainda acima da média quando comparados com outros períodos recentes.
No entanto, um estudo científico acaba de assinalar que oscilações menores e mais rápidas poderiam diminuir a protecção da magnetosfera numa questão de meses.
O geofísico Mioara Mandea, do Centro de Investigação Alemão GFZ, estuda há anos como os súbitos movimentos de fluidos no interior do núcleo da Terra podem alterar a protecção magnética.
Concretamente, faz referência a mudanças que estão a ocorrer na zona conhecida como Anomalia do Atlântico Sul, um ponto frágil na borbulha magnética protectora da Terra.
O campo magnético da Terra enfraqueceu pelo menos 10% nos últimos 150 anos, o que poderá significar uma próxima inversão dos pólos. Esse enfraquecimento não implica necessariamente a proximidade de uma inversão, mas de uma probabilidade da mesma.
Apesar do seu trabalho ser um dos mais recentes, existem mais estudos que o corroboram. Ainda assim, o consenso geral não existe.
A comunidade científica reconhece que as inversões geomagnéticas são de natureza caótica e não há forma de predizê-las.
Tanto poderiam suceder agora como dentro de milhares de anos. Graças a indícios registados nos sedimentos marítimos, sabe-se que nos últimos cinco milhões de anos, o campo magnético terrestre sofreu mais de vinte inversões, a última das quais há 780.000 anos.
O que poderia acontecer com uma mudança súbita dos pólos magnéticos Norte-Sul é um tema amplamente discutido e sobre o qual não existe consenso científico.
O que se sabe é que a mudança traz consigo um enfraquecimento do campo magnético, seguido de um período de recuperação e reorganização da polaridade oposta.
O efeito mais referido é a vulnerabilidade da Terra perante as tempestades solares. O próprio Mandea afirma que “se houvesse tempestades magnéticas e partículas de alta energia provenientes do Sol, os satélites poderiam ser afectados e perderem as ligações”.
Uma pressão do vento solar suficientemente intensa sobre uma magnetosfera débil, poderia alterar as órbitas dos satélites, danificar as comunicações de todo o planeta, avariar todo o tipo de equipamentos eléctricos e até afectar as pessoas se a radiação fosse bastante intensa.
Como tantos processos naturais movidos por forças caóticas, é imprevisível conhecer quando irá acontecer a próxima inversão magnética polar. Podemos nunca saber ou poderemos vivê-la em breve.

Gil Leite
(Segundo artigo de José Lopez na revista Fusion)
catastrofe

J. Azevedo
Talvez as empresas portuguesas, o governo e os consumidores portugueses, possam mudar de mentalidade e queiram realmente levar este País para a frente, que tanto merece pois oferece condições únicas em várias vertentes.

O Ministério da Economia de Espanha estima que se cada
espanhol consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria muitos postos de trabalho.

Se mudarmos a nossa mentalidade, como empresários e quisermos mesmo produzir e competir no mercado internacional, temos primeiro que consolidar o interno, tendo objectivos bem delineados, com cabeça , tronco e membros, ou seja, a curto, médio e longo prazo, se o Governo ajudar a implantar essa mentalidade, se ajudar com incentivos (não monetários) a reerguer as nossa tradições que se estão a perder. Se impulsionar a remodelação, formação, marketing e regulação de actividades desde sempre nobres no nosso País, como a pesca, a agricultura, o artesanato, o calçado e vestuário, a produção de transformação alimentar como as conservas e não só, o azeite, o vinho, os queijos, etc..bem como reaproveitamento de estruturas quase devolutas, como o grande complexo Industrial do Barreiro, a Lisnave, etc….por exemplo, reaproveitados para fabrico 100% Português de carros para serviço público, como táxis, ambulâncias, carros de apoio aos serviços municipais, helicópteros de apoio a incêndios e salvamento, barcos para recompor a nossa frota pesqueira, posteriormente poderíamos concorrer e servir os novos países da C.E.E., bem como um pouco por todo o Mundo a pouco e pouco….etc…etc…etc…

Os consumidores, devem preferir os produtos Portugueses que muitas vezes são preteridos por outros estrangeiros de muito menor qualidade e com preços semelhantes, mudar a mentalidade de há 40 anos , que o estrangeiro é que é bom. Precisamos é de portas abertas, de querermos trabalhar, ideias e vontade, muita vontade, uma nova mentalidade mais independente e menos queixosa por tudo e por nada, mais rigor e imparcialidade, mais cumprimento e rapidez de decisão, maior fluidez e capacidade na justiça, melhoradas condições e aproveitamento para quem mostre valor e conhecimento, uma maior agressividade comercial e gosto e estima por nós e pelo País. Temos e mudar, temos de querer acordar…todos!!

João Azevedo

saramago
Ainda não se calaram os ecos da boçalidade de Maitê Proença, eis que os nossos sentidos são feridos pelas afirmações de José Saramago.
Ataca de maneira insana a Igreja.
É triste que o faça numa cidade próxima do berço da Nacionalidade e de catolicismo enraizado, que o acolheu como pessoa de bem e para a apresentação de mais um livro de conteúdo pseudo-bíblico.
Pode parecer presunção da minha parte, mas nunca reconheci a Saramago mais mérito para a atribuição do Nobel da Literatura do que a outros autores nacionais.
Estou a lembrar-me de Vergílio Ferreira, Fernando Namora ou até Agostinho da Silva.
Mas, creio que na atribuição de certos Prémios Nobel que pode ser baseada em critérios subjectivos, há forças ocultas que movimentam influências que descartam o mérito em favor de outros factores.
Como pessoa, sou insignificante perante a personagem que é Saramago. Ele soube trilhar o caminho do sucesso e é um homem de sucesso.
Mas não é um homem bom, nem um homem de coragem.
Reconhecer-lhe-ia coragem, se ele atacasse o Islão com o mesmo veneno que ataca a Fé Cristã.
Eu, autor destas linhas, tal como Saramago, sou ateu.
Sou ateu, mas tenho a abertura mental para perceber que a Bíblia foi ao longo de dois milénios um código de boas maneiras e de sã convivência dentro do espaço cristão.
Que se cometeram barbaridades em nome do cristianismo, estamos de acordo. Mas não foi a Bíblia que os desencadeou, foram as formas tortuosas de a interpretar.
Sou ateu, mas tenho abertura mental para perceber que a Fé Cristã foi o cimento que uniu os europeus, que instituiu valores, que ensinou os povos a distinguirem o Bem do Mal.
Sou ateu, mas sei, e Saramago também sabe mas “esquece”, que a Igreja está por trás da principal acção social das sociedades europeias, contribuindo de forma demasiado significativa para dois pilares essenciais dessas mesmas sociedades, o Ensino e a Saúde, para além do apoio aos mais desfavorecidos.
Sou ateu, mas tenho abertura mental para perceber que nem todos estão prontos para a Vida sem os ensinamentos da Bíblia, e que o seu abandono está a criar as sociedades ditas modernas, sem princípios nem valores, baseadas no egoísmo, no individualismo e no consumismo.

Mas não é só o factor anti-religioso deste falso português que me revolve as tripas… desculpem-me a vulgaridade da expressão.
Saramago é igualmente anti-português ao assumir repetidamente o seu iberismo.
Cegueira política, para quem escreveu um ensaio sobre a cegueira.
Não sabe que é bem mais provável que a Espanha se desagregue, que a Catalunha e o País Basco se tornem independentes, do que a Ibéria se torne um só país.
Não sabe que catalães, bascos e galegos se sentem prejudicados pelo governo de Castela.
Não sabe que no contexto Ibérico Portugal seria mais uma região autónoma periférica de Espanha e que nada lucraria com isso.

Não sei se este homem detestável, antipático e arrogante que se diz comunista contribui de algum modo para o bem dos que os rodeiam, já que através dos livros publicados e do próprio prémio Nobel está no patamar das pessoas que possuem rendimentos bem acima do limiar da pobreza…

Resta-me desejar que seja encontrada uma forma legal de o privar do uso da nacionalidade Portuguesa, pois incomoda-me… e não só a mim, partilhar com ele a MINHA nacionalidade
Carlos Branco
Imagem retirada do site www.áreamilitar.net
SaramagoFranco1

burro-shrek1
A nossa abordagem à questão da Maitê Proença não enferma de revolta, nem penso que Portugal e os Portugueses se deviam sentir ofendidos.
Ofende-nos quem pode, não quem quer… e a pobre criatura, por acaso uma bonita mulher, apenas se ofendeu a ela própria, entre a ignorância, a falta de sentido humor e a falta de inteligência.
Neste contexto, publicamos aqui as palavras do nosso camarada Luís Marques
Carlos Branco

Maitê Proença ofende(?)
Era uma vez uma sujeita
Que pensava ter vida feita
Arrumou sua bagagem, camera man e criadagem
Com destino a Portugal, no objectivo falar mal
Logo desde início traçado na sua grande viagem

Logo assim que aterrou
O território demarcou
Tal era a sua ânsia de grande protagonismo
Trocando a verdade histórica por algo sem eufemismo
Plagiando um heroísmo que nunca o sol tinha visto
Sete pedras e um papel faziam dela o novo Cristo

Começou sua aventura na nobre vila de Sintra
Ajeitou sua cinta e começou a desbobinar
Zombando da sorte do 3 que ao contrário todos finta
Incrédula se pôs a brincar com a sorte que dá azar
Ó penumbra alheia que não vê a real mística sucinta
Da nobre vila portuguesa, património mundial

Dando uns passos mais adiante vai directo para Belém
Nome mágico por natureza, escapa um pouco á avareza
Porque da gula também se peca mesmo não tendo vintém
São bons sim senhor, os pastéis de Belém feitos com destreza
Frutos de tempos idos genialidade portuguesa

Genialidade e mestria presentes naquele grande convento
Mesmo perto do Tejo, que ora é rio, ora é mar em comunhão com o doce vento
Caravelas de lá partiram para nunca mais regressar
Quantas viúvas amarguradas, quantas vidas perdidas, o resumo final: 20 anos de Salazar?
Um homem importante, para o bem ou para o mal, mas muito mais havia a dizer do Tejo e do bravo mar

Do heróico Vasco da Gama e do ilustre Camões
Nem a passagem do tempo os apagou, sendo mais forte que mil leões
Também Fernando se junta a eles na pura essência cultural
Apanágio de todo um povo que a ferros construiu Portugal
Por 900 anos já andámos e outros tantos vamos andar, digam bem ou digam mal
As pedras daquele monumento não as comem, nem o sol e nem o sal

Do bom gosto dos lusitanos já foi mais que provado
Deve ser esse o nosso fado, agradar sem pretensões
Dando ao mundo grandes lições de ir buscar tudo ao mar
Até nova arte inventar, por todo o mundo recolher para a obra logo nascer
O Manuel que era rei, muito antes de ser padeiro, fez a obra crescer
Pela fé e pela pátria o convento mandou fazer, que de mal ninguém pudesse dizer

Já do mouse não se sabe se é fêmea, ou se é macho
É um plástico com uma rodinha, coisa moderna, a evolução
Chega até a ser mais importante que um canal de Televisão
Muito técnico e futurista, mais útil que um vulgar tacho
Dependendo de quem o usa pode ser um berbicacho

Uma aparição em todo o lado, e não custa muito dinheiro
Toda a gente o acompanha desde o técnico ao porteiro
Á quem o confunda com a simples capivara
Fazendo voz de arara num colossal pardieiro

Mas quem muito fala e pouco acerta
Cedo fica com a boca seca
Chega perto da bela fonte, vai formosa mas não segura
Toda a boca em tal secura, que só resta uma palheta
Que escorrega pela boca, parece até que foi punheta

Perdoem-me a palavra dura, mas estava a precisar
Das muitas injustiças vistas, a da fonte foi piorar
Já de volta á sua pátria e junto com suas peruas
Zombam todas das desventuras que nos fizeram passar
Mal sabem coitadas a tamanha confusão que vieram cá armar

Coisa triste certamente, falar mal daquilo que é seu
Não existe racionalidade que sobreviva ao que aconteceu
Assim se fazem certas histórias difíceis de esquecer
Mas existe sempre alguém com humildade para as escrever

Que não muito perfeitos e que muita coisa está mal
Todos sabemos ao nascer
Mas á bem piores que nós e que todo Portugal
Em vez de opinarem com a mania das grandezas
Em vez de atestados de óbito em assuntos devolutos
Façam lá um poema destes em apenas 10 minutos.

Luís Marques.
Portugal

Nesta sua crónica, Vasco Graça Moura traduz de forma clara a revolta de todos os portugueses que não se revêem na política de Sócrates, incluindo, é claro, a revolta daqueles que militam nos pequenos partidos, que mais uma vez ficam esquecidos do grande eleitorado.
Apenas acrescentamos que não reconhecemos autoridade moral para criticar o estado da Nação àqueles que, abstendo-se, se mantiveram à margem da verdadeira luta política.
Acrescentamos ainda, que não existem hoje razões, para além da miopia política, que justifiquem que haja nacionalistas que não tenham votado no PNR
Carlos Branco
moura
O povo português acaba de demonstrar a sua fatal propensão para viver num mundo às avessas. Não há nada a fazer senão respeitá-la. Mas nenhum respeito do quadro legal, institucional e político me impede de considerar absolutamente vergonhosa e delirante a opção que o eleitorado acaba de tomar e ainda menos me impede de falar dos resultados com o mais total desprezo.
Só o mais profundo analfabetismo político, de braço dado com a mais torpe cobardia, explica esta vitória do Partido Socialista.
Não se diga que tomo assim uma atitude de mau perdedor, ou que há falta de fair play da minha parte. É timbre das boas maneiras felicitar o vencedor, mas aqui eu encontro-me perante um conflito de deveres: esse, das felicitações na hora do acontecimento, que é um dever de cortesia, e o de dizer o que penso numa situação como aquela que atravessamos, que é um dever de cidadania.
Opto pelo segundo. Por isso, quando profiro estas e outras afirmações, faço-o obedecendo ao imperativo cívico e político de denunciar também neste momento uma situação de catástrofe agravada que vai continuar a fazer-nos resvalar para um abismo irrecuperável.
Entendo que o Governo que sair destes resultados não pode ter tréguas e tenciono combatê-lo em tudo quanto puder. Sabe-se de antemão que o próximo Governo não vai prestar para nada!
É de prever que, dentro de pouco tempo, sejamos arrastados para uma situação de miséria nacional irreversível, repito, de miséria nacional irreversível, e por isso deve ser desde já responsabilizado um eleitorado que, de qualquer maneira, há-de levar a sua impudência e a sua amorfia ao ponto de recomeçar com a mais séria conflitualidade social dentro de muito pouco tempo em relação a esta mesma gente inepta a quem deu a maioria.
O voto nas legislativas revelou-se acomodatício e complacente com o status quo. Talvez por se tratar, na sua grande maioria, de um voto de dependentes directos ou indirectos do Estado, da expressão de criaturas invertebradas que não querem nenhuma espécie de mudança da vidinha que levam e que se estão marimbando para o futuro e para as hipotecas que as hostes socialistas têm vindo a agendar ao longo do tempo. O que essa malta quer é o rendimento mínimo, o subsídio por tudo e por nada, a lei do menor esforço.
Mas as empresas continuarão a falir, os desempregados continuarão a aumentar, os jovens continuarão sem ter um rumo profissional para a sua vida. Pelos vistos a maioria não só gosta disso, como embarcou nas manipulações grosseiras, nas publicidades enganosas, nas aldrabices mediáticas, na venda das ilusões mais fraudulentamente vazias de conteúdo.
A vitória foi dada à força política que governou pior, ao elenco de responsáveis que mais incompetentemente contribuiu para o agravamento da crise e para o esboroar da sustentabilidade, ao clube de luminárias pacóvias que não soube prevenir o desemprego, nem resolver os problemas do trabalho, nem os da educação, nem os da justiça, nem os da segurança, nem os do mundo rural, nem nenhuma das demais questões relevantes e relativas a todos os aspectos políticos, sociais, culturais, económicos e cívicos de que se faz a vida de um país.
Este prémio dado à incompetência mais clamorosa vai ter consequências desastrosas. A vida dos portugueses é, e vai continuar a ser, uma verdadeira trampa, mas eles acabam de mostrar que preferem chafurdar na porcaria a encontrar soluções verdadeiras, competentes, dignas e limpas. A democracia é assim. Terão o que merecem e é muitíssimo bem feito.
O País acaba de mostrar que prefere a arrogância e a banha de cobra. Pois besunte-se com elas que há-de ter um lindo enterro.
A partir de agora, só haverá mais do mesmo. Com os socialistas no Governo, Portugal não sairá da cepa torta nos próximos anos, ir-se-á afundando cada vez mais no pântano dos falhanços, das negociatas e dos conluios, e dentro de pouco tempo nem sequer será digno de ser independente.
Sejam muito felizes.
vgm

A Democracia é, em abstracto, o sistema perfeito.
Os partidos políticos expõe honestamente os seus projectos, projectos que cumprirão caso vençam as eleições, e, os eleitores, pessoas esclarecidas e sem interesses pessoais, votam naquele que pensam ser o projecto que melhor defende os interesses de todos.
Em abstracto.
Porque na práctica, como dizia Churchil, a Democracia é apenas o menos mau de todos os sistemas.

Porque os partidos propõem ao eleitorado programas que sabem que não vão poder cumprir, porque os eleitores votam segundo os seus interesses pessoais ou guiados por uma interpretação errónea dos dados.

Este preâmbulo aplica-se de forma integral aos partidos com assento parlamentar, já contaminados pela “sede do Poder”

Mas, o resultado das eleições em Portugal é o resultado do paradigma da Democracia.
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Ganhou um partido dirigido por alguém cuja licenciatura em Engenharia não está suficientemente comprovada. Ganhou um partido cujo líder conseguiu por uma habilidade burocrática atrasar o desenvolvimento do Processo Freeport, no qual aparentemente está envolvido pelas piores razões. Ganhou um político que pelas suas influências conseguiu silenciar uma reportagem sobre esse mesmo processo que ia lançar novos dados. Ganhou um partido indubitavelmente ligado ao Processo da Casa Pia e a casos de pedofilia. Ganhou um partido que conseguiu colocar na Assembleia da República, pela primeira vez na nossa História, um homossexual assumido e defensor dos direitos dos homossexuais.
Corrupção activa e passiva, pedofilia e homossexualidade.
São estas as ligações do partido que recolheu mais votos nas Legislativas.
E, numa altura em que se fala e se condenam pessoas pela aparente “compra” de votos, o PS, descaradamente “comprou” os votos de uns 300.000 portugueses através da garantia de continuidade do Rendimento Social de Inserção, que atinge directamente 135.000 agregados familiares com cerca de 300 mil eleitores. Outra via utilizada para a “compra” de votos, foi a distribuição dos computadores Magalhães, que deixaram os eleitores à espera “do que ele nos dará na próxima legislatura”.
E todo este investimento na “compra” de votos foi feito ao longo da legislatura anterior, sempre com grandes sorrisos, grande pompa e circunstância, e usando os dinheiros de todos nós, através do Orçamento do Estado.
Manuela
Mas a vitória dos pseudo-socialistas deveu-se igualmente ao deserto de ideias evidenciado pelo seu adversário directo, o PSD, cujo projecto se anulava perante o do PS, de tão iguais serem na essência.
Paulo Portas
Soube fugir a esta mediocridade política Paulo Portas, que defendeu temas caros aos Nacionalistas e à Direita tradicional, como a Segurança, a Imigração, o Emprego, a Saúde e o Ensino. No entanto durante os debates foi possível entrever uma postura demo-liberal em política económica, que definitivamente é um modelo económico errado conforme comprovou a mais recente crise económica internacional.
louca
Preocupante a subida do Bloco de Esquerda, uma esquerda que a coberto de medidas justas sobre o Trabalho, Economia, Saúde, Ensino, esconde as suas intenções verdadeiras, a desagregação das Famílias, a imigração sem regras, a destruição da Cultura Europeia e a sua substituição por um “melting pot” cultural, a anarquização do tecido social, a liquidação dos valores que nos são caros.
jeronimo_sousa artigo
O PCP, o último dos partidos com assento parlamentar, caminha penosamente para a extinção, porque não conseguiu adaptar-se aos novos tempos, e também porque por uma questão de honestidade política não usou a demagogia, a fórmula mágica para se vencer eleições em democracia. Não percebeu igualmente que imigração gera excesso de oferta de mão-de-obra e faz baixar o custo do Trabalho: para defender os trabalhadores tem que atacar a imigração.
Atenas
É este o paradigma da Democracia, que teve o seu berço na Grécia Antiga, há mais de 2.500 anos. Quem melhor conseguir enganar os eleitores vence. Quem tentar ser igual a si mesmo, ser fiel a princípios e a uma linha ideológica, quem tentar jogar honestamente, encontrará sempre obstáculos.

Mas, desta vez os Portugueses tinham alternativas aos partidos do Sistema.
À excepção do MEP e do PND, que de algum modo estiveram ligados ao Sistema que tem sido responsável pelo descalabro político português, havia várias formações políticas alternativas e com projectos bastante claros.

Venceu o imobilismo político e o clientelismo, por parte da maioria dos que votaram, venceu o comodismo, a inépcia, a falta de visão, por parte dos que se abstiveram.
A estes últimos não reconheço legitimidade para protestarem contra o estado da Nação. O protesto, esse seria válido através do voto em branco ou um num dos partidos que não tem responsabilidade directa no descalabro a que chegou Portugal.

Carlos Branco

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O Movimento Pró-Pátria

Fundado em meados de 2006 na cidade do Porto, o Movimento Pró-Pátria é um movimento político que surge da necessidade de uma nova plataforma associativa inteiramente interessada e dedicada à defesa de Portugal numa perspectiva abnegada e patriótica. Depois de uma primeira fase de fundação que se quis serena, o MPP, como movimento ambicioso e confiante que é, pretende mostrar-se aos portugueses, crescer e consolidar. Queremos ser uma referência na sociedade e uma influência positiva na política em Portugal! Junta-te a nós!