A migração é um fenómeno presente em toda a história da humanidade: por motivos diversos (sociais, económicos, religiosos, políticos…) o Homem é por vezes impulsionado a deixar a sua terra de origem em direcção a outros locais, criando impactos ao nível do território, da população e da economia não só no local de partida como também no de destino. Sendo, nos dias de hoje, a nossa Europa um atraente destino para tais migrações, inserindo esta questão num domínio de claro interesse do Movimento Pró-Pátria, e tendo em conta a actualidade do tema, o MPP tem a iniciativa de realizar em S. Martinho do Campo, dia 17 de Maio de 2008, a conferência/debate “Migrações Humanas no século XX e XXI: razões e consequências para a Europa”.




Com cada vez mais frequência a palavra racismo tem sido usada em tudo quanto é órgão de informação, por vezes de maneira despropositada.
Senão, vejamos o actual conceito do termo: racista é o indivíduo que odeia outro ou outros, apenas porque pertencem a outra raça. Racista é o indivíduo que acha a sua raça superior às outras. Em última instância, racista é aquele que quer eliminar os indivíduos de outra raça.
Pensamos que hoje em dia ninguém mentalmente saudável corresponde a estas definições.
O que está simplesmente a acontecer, é que indivíduos de raças diferentes da raça residente original dos vários países da Europa estão gradualmente a ocupá-la, provocando uma reacção natural de defesa, essencialmente de defesa de hábitos ancestrais que foram evoluindo serenamente ao longo dos tempos e que em poucos anos estão a ser alterados de forma drástica ou mesmo a desaparecer.
Se essa penetração alienígena ocorresse em pequena escala, não haveria choque de culturas, não haveria instabilidade social e laboral. Ninguém ouviu falar em racismo no futebol, quando Eusébio, Coluna ou Shéu entravam em campo, ou quando um Yazalde e um Cubillas ingressaram em equipas nacionais. A sua presença não adulterava a identidade cultural da equipa ou da selecção nacional, tanto mais que relativamente aos primeiros, eles eram de terras política e emocionalmente ligadas à Nação Portuguesa. Hoje as selecções nacionais, já não são nacionais, são antes equipas de mercenários de outras paragens, que no caso da selecção francesa de futebol se torna mesmo chocante.
Que diria Asterix? Talvez: “0nde estão os gauleses?”
E quanto aos chineses, nunca se colocou nenhuma questão quando a sua presença se resumia basicamente a restaurantes ou a umas poucas lojas. O problema surgiu quando as poucas lojas se transformaram em muitas, levando à ruína e ao desespero milhares de comerciantes portugueses e europeus, já em maus lençóis devido aos hipermercados e aos centros comerciais.
E a sua presença não produziu qualquer mais valia para as economias nacionais, até porque todo o circuito comercial está na mão dos orientais, desde a produção, ao transporte, ao armazenamento, distribuição e comercialização.
O mesmo se aplica aos indianos e paquistaneses, que em conjunto com os chineses são já 75% dos residentes na Mouraria, segundo o JN.
Em relação aos paquistaneses, marroquinos ou argelinos, também nunca houve tensão social em território luso. Surge agora o factor novo, que é a agressividade expansionista do Islão que quer recuperar a Península Ibérica, que lhe pertenceu no século VIII. Há também a questão do terrorismo, a intolerância religiosa e o choque cultural. Há também o facto de existirem já em Portugal várias mesquitas e madrassas, discretamente instaladas e em expansão.
Não somos racistas pelos critérios do Sistema. Sabemos que as raças humanas, tal como as de todos os animais classificados em raças, resultaram da adaptação aos ecossistemas que escolheram para viver. Milhares de anos de Evolucionismo - o facto biológico mais importante identificado até hoje – levaram através de milhares de gerações ao aparecimento das raças tal como as conhecemos hoje, a partir de um tronco comum, o homo erectus, que se foi ramificando.
Tentar riscar a palavra “raça” do léxico de todas as línguas é a maior estupidez que o Sistema tentou até hoje. As raças existem, e dentro delas as etnias. O importante é que as raças se respeitem e tenham boas condições de vida nos territórios onde evoluíram, porque é ali que se sentem fisicamente bem. A fuga para outras paragens fisicamente menos confortáveis, como a fria Europa – segundo o ponto de vista de árabes e negros – é compensada pelas benesses sociais: gostam mais de África mas estão melhor na Europa, longe da fome e da guerra.
Devem portanto os europeus investir desinteressadamente na qualidade de vida em África, em vez de continuar a ver aquele continente como uma fonte de matérias primas, um território de oportunidades e para oportunistas, que sob a aparência de um relacionamento cordial continuam a “sugar” o petróleo, o gás natural, os diamantes, o cobre, a prata, o volfrâmio, o urânio, sem que os povos daqueles países beneficiem.
Como li num diário gratuito, um continente rico habitado por gente pobre.
Não queria acabar sem lembrar que as maiores chacinas cometidas pelo homem não tiveram a “raça” nem a “religião” como rastilho, como querem fazer crer os Políticos.
Estaline, eslavo branco chacinou milhões de compatriotas também eslavos brancos. As duas guerras mundiais, que produziram milhões de mortos, opuseram cristãos brancos a cristãos brancos. A Guerra Civil espanhola e a Guerra da Secessão Americana, ambas brutais, com cerca de um milhão de vítimas mortais cada uma, opuseram brancos contra brancos. Mão-Tse-Tung, chinês liquidou milhões de chineses. Pol-Pot, cambodjano fez desaparecer quase 2 milhões de cambodjanos. Os Hutos mataram quase 1 milhão de Tutsis no Ruanda na década de 90. Desta vez, negros contra negros.
Na verdade os políticos são os verdadeiros responsáveis pelos principais e mais mortais conflitos que assolaram, assolam e virão a assolar a humanidade, não os conflitos de ordem étnica ou religiosa, que são geralmente circunscritos a realidades locais.
Carlos Branco
Temos ouvido afirmar repetidamente que de um modo geral os agentes da autoridade em Portugal tem armamento de qualidade menos boa perante um mundo do crime que cada vez possui armas em maior número e mais sofisticadas. Não raro, as nossas polícias vêem-se confrontadas com armas automáticas, por vezes mesmo metralhadoras ao nível das UZI ou das suas sucessoras, as MP5.Trazemos este tema à liça, porque nos dias que correm, por muito bem armados que os agentes estejam, na verdade o recurso às armas de fogo está-lhes na prática vedado.Todos sabemos que em qualquer confronto em que um polícia atinja um malfeitor, o malfeitor será sempre o “coitadinho”, vítima desta sociedade, e o polícia será o “carrasco” desta mesma sociedade que “usou força excessiva”.O Sistema criou regras que dão impunidade aos malfeitores e impedem os agentes da autoridade de exercer essa mesma autoridade.
Senão, imaginemos cenários.
Polícia apanha ladrão em flagrante. Ladrão possui objecto contundente ou arma branca. Polícia não pode usar a arma de fogo, porque é “uso excessivo de força”. Polícia só consegue dominar ladrão se for cinto negro de Karatê, Judo ou qualquer outra arte marcial. A pistola faria a diferença. Polícia saca da pistola. Ladrão sabe que polícia não vai disparar para não se meter em trabalhos. Ladrão foge. Polícia tem que ser atleta velocista para correr mais do que ladrão. Se o ladrão estiver em boa condição física, o polícia tem que ser também um corredor de fundo, quiçá um maratonista. E se depois de uma perseguição o conseguir apanhar, o polícia tem que estar em condição física para o dominar. À mão, porque o uso da pistola é sempre problemático.
Outro cenário.Operação stop.
Malfeitor com carro roubado não pára. Foi avisado por idiota que ia em sentido contrário e que acendeu os máximos à passagem. Sabe que polícias não vão usar as armas, para não se meterem em trabalhos. Acelera e passa. Polícias iniciam perseguição. Não disparam contra os pneus porque por acidente podem ferir a “vítima da sociedade” que vai ao volante. Aceleram com cuidado, porque se o carro-patrulha regressar à base com algum toque, a conta do chapeiro é paga pelo agente que ia a conduzir.E depois de um laborioso e arriscado processo, em que a vida do agente corre por vezes perigo, este vê o malfeitor ser libertado poucas horas depois, com termo de identidade e residência… porque não representa perigo de fuga ou de repetição do ilícito!
E os cenários são infindáveis, com as regras instituídas pelo sistema a tolher a actuação e a aplicação da autoridade policial. O jogo está montado de modo a levar a sociedade ao colapso. Quer-se levar a população a um sentimento de vulnerabilidade tal, que no extremo aceite um regime autoritário e prescinda de liberdades a troco da segurança. Não é em vão que neste momento os polícias e guardas sejam a classe profissional com maior taxa de suicídios em Portugal e no mundo Ocidental. Lidam no dia a dia com a violência e a marginalidade e são sistematicamente impedidos de cumprir o seu dever por um acervo legislativo desajustado. Vivem uma situação de stress terrível, por terem verdadeiro conhecimento da realidade e verem a sua actuação sistematicamente controlada por legisladores de gabinete sem qualquer experiência de rua. Por outro lado a vox populi acusa-os de passarem multas demais e prenderem marginais de menosNão apelamos aqui à instituição de um regime em que os agentes possam “fazer fogo à vontade”, mas que algo tem que mudar, tem…
Muitos de nós já questionaram a passividade dos Estados relativamente a esta onda de crianças raptadas, maltratadas ou até vítimas de pedofilia. A conversa dos políticos é sempre banal, anunciando medidas onde na prática não se vêem resultados ou ainda apresentando soluções fáceis mas que por detrás escondem segredos. No caso das crianças abandonadas ou com problemas no seio da família, apresentam-nos como alternativa os casais homossexuais e em casos de crianças desaparecidas querem dar-nos a conhecer a futura solução: o chip.
Vejamos o caso dos homossexuais. Um dia estava numa aula e o tema foi a homossexualidade e o meu professor colocou-nos a seguinte questão:” O que é o melhor para as nossas crianças? Um pai entrar em casa bêbado e ir bater na mulher ou um casal homossexual adoptar uma criança e dar-lhe amor e carinho?” Perante esta afronta, uma pessoa emocionalmente tende a preferir a segunda opção. Isso é o mais fácil, mas o mais errado. Devemos, e isso sim, combater tudo o que é negativo para as nossas famílias. Sejam o álcool, as drogas ou até os filmes norte-americanos onde o seio da família mais parece a guerra do Iraque.
No segundo caso, com este aumento de crianças desaparecidas aumenta o medo dos pais e aí surge uma futura proposta a ser implementada: um chip. Este chip é implantado no corpo do bebé e este torna-se uma espécie de GPS. Será um método de segurança ou controle da pessoa?Além de nos localizar, será uma maneira de influenciar o nosso pensamento, as nossas escolhas ou privar-nos da nossa liberdade? Como poderá um homem ser livre de pensamento estando controlado por um sistema?
Daí que esta onda de violência, raptos, assassínios, etc, traga a sua vantagem e consequência. Nada acontece por acaso, tudo tem a sua razão. Mas o que importa neste momento é que estão a colocar-nos entre a espada e a parede.
Daniel Lage
O texto que se reproduz a seguir foi-me enviado por um professor e tudo que nele se diz é verdadeiro e sentido. Durante os 10 anos em que estive ligado ao movimento associativo de Pais pude comprová-lo, assim como pude comprovar a perda da dinâmica reivindicativa da CONFAP quando esta caiu na esfera e nos interesses do Poder instituído, deixando caminho livre à tirania do Sistema.
Carlos Branco
Eis um espaço que o Movimento Pró-Pátria me disponibilizou, para livremente expressar a minha opinião acerca do estado da Educação em Portugal. Livremente, ao contrário do que hoje sucede nas Escolas e nas ruas, quando um professor se tenta exprimir.
De facto, desde as gentis visitas da PSP às escolas, a identificação de muitos companheiros na rua ao efectuarem as vigílias, a retenção de vinte e um autocarros na A1, quando rumavam para a “Marcha da Indignação” em Lisboa, passando pelas pressões quotidianas exercidas nos locais de trabalho até ao dia de hoje -08/Março/2008-de tudo um pouco aconteceu. E vai acontecer…
Talvez, tudo comece por uma atitude de quem nos governa, e recordo que governar é procurar o bem comum da “res publica”. Claramente, desde a fundação da nacionalidade já tivemos governos bons, assim-assim e maus. Houve combates ideológicos, houve actos heróicos e actos cobardes. Porém, creio ou induziram-me a crer, que hoje pela primeira vez se governa por e com ódio aos cidadãos. Principalmente, se o cidadão deste país for honesto, cumpridor, activo, produtivo e estupidamente pacífico.
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Está confirmado, facto que nunca pensámos que acontecesse, que cem mil professores - 100.000 - numa classe de cento e quarenta mil, marcharam em Lisboa. Todos comunistas? Todos atrasados mentais ou doidinhos? Bando de irresponsáveis? Sinceramente e apesar da campanha difamatória junto do povo, os professores não são nenhuns canastrões. São cidadãos como os outros, normais, pais e mães. Gente vulgar, ao contrário dos protegidos pelo novo Código Penal.
Mas alguém tem ainda alguma dúvida, que o sistema de ensino público se não desabou de vez, é porque está seguro por fios pelos professores, autênticos missionários numa profissão cada vez mais ingrata? Gestão Escolar com professores subalternizados, Estatuto do Aluno [lei nº3/2008] que apontam vias nada recomendáveis, para quem deseja uma juventude sã e impregnada de valores, responsável pelos destinos do país a curto prazo.
Finalmente o Decreto Regulamentar 2/2008, sobre a avaliação. O mesmo que foi rejeitado profundamente pelos professores, o decreto, não a avaliação que sempre se fez! Muito já se disse sobre este tema, incluindo pessoas doutas, mesmo da área socialista. Mas gostaria de recordar que se há alguém treinado para avaliar, está na Inspecção-Geral de Educação. Sempre fui avaliado, corrigido, aperfeiçoado, ensinado, ajudado e incentivado por excelentes homens e mulheres da IGE. E muito aprendi com eles; grandes mestres a quem reconheço capacidade e honestidade para fazerem um trabalho bem feito! No entanto, foram postos de lado, de forma inacreditável. Quando tudo deveria passar por estes verdadeiros profissionais. A IGE, através de um dos seus membros, afirmou que esta avaliação era impossível de levar à prática e estava malfeita.
A violência escolar campeia por aí, sem rei nem roque. O único cidadão e com peso institucional que alertou e tomou medidas (não, não foi a srª ministra…) foi o actual Procurador-Geral da República, Dr. Fernando José Matos Pinto Monteiro. Outras matérias graves decorrem e ocorrem no quotidiano das escolas!
A tudo a sra ministra disse: -Perdi os professores, ganhei o país! Não creio! Perdeu os professores, já perdeu o país. O trágico, perderam os meus alunos a quem amo como filhos da minha carne, ossos dos meus ossos! E os pais são testemunhas. É só perguntar…!
J.M. - um dos 140.000 “professorzecos” de Portugal (Maria de Lurdes Rodrigues dixit)
Na passada Quarta-Feira o Movimento Pró-Pátria iniciou, na cidade do Porto, a distribuição de cerca de dois mil panfletos, de um total de dez mil. Estes mesmos panfletos foram distribuídos com o objectivo de despertar a consciência nacionalista e o dever de responsabilidade nos jovens portugueses.
Tendo em vista um futuro que preserve a identidade nacional e fomente um país mais estável, justo e seguro para o seu povo, evidenciando o papel vital que as camadas mais novas e a sua educação assumem no futuro da sociedade, as próximas acções de distribuição de panfletos realizar-se-ão junto das universidades.
Notícia sobre a distribuição dos panfletos no jornal “Público”.
A ofensiva do governo de Sócrates contra os professores do ensino público é apenas a última e mais desastradamente visível manobra dos governos do Bloco Central, PSD e PS, com vista à descredibilização e destruição da Função Pública.
O MPP apoia e congratula os professores pela coragem que estão a demonstrar ao organizarem sucessivas manifestações contra a degradação das condições de trabalho da sua classe profissional. O seu exemplo deveria ser seguido por toda a Função Pública e pela imensa maioria dos Portugueses, que embora discordando do processo político em curso, se mantém comodamente em casa, à espera que outros se arrisquem na contestação.
É a tão comum falta de solidariedade que divide o Povo perante o poder instituído. Uma das medidas mais desastrosas teve origem no ministério de David Justino, Ministro da Educação do PSD de 2002 a 2004, com a criação dos agrupamentos escolares e o lançamento das bases para a autonomia das escolas. Já nessa altura se estava a preparar a grande ofensiva contra a Função Pública. Os Agrupamentos escolares, foram um verdadeiro desastre e uma grande dor de cabeça para as escolas sede de agrupamento. Ao transferirem para os agrupamentos serviços e responsabilidades que eram do ministério, houve uma sobrecarga de trabalho nas escolas, sem o aumento necessário no número de funcionários, ao mesmo tempo que no ME passavam a “sobrar” funcionários. PSD e PS teem desenvolvido políticas de desestabilização do sector público de modo a deteriorar a prestação de serviços.Em vez de reestruturarem efectivamente os serviços para melhor servir os cidadãos, o Bloco Central tem estado paulatinamente a entregar à exploração de privados as funções que deveriam ser desempenhadas pelo Estado dado o seu cariz Social. As actividades mais lucrativas que estavam nas mãos do Estado foram entregues aos “boys”, em vez de se manterem no Estado com o fim de compensar as actividades não lucrativas de puro apoio às populações. O Estado viu-se em poucos anos apenas no controle de instituições maioritariamente deficitárias. É obsceno o modo como este governo fecha hospitais, maternidades, urgências e SAPs, ao mesmo tempo que concede licenças para a abertura de unidades de saúde privadas que vão desempenhar as funções das unidades fechadas.É igualmente obsceno o fecho de escolas com base exclusiva em critérios economicistas. A falta de estabilidade criada nos estabelecimentos de ensino públicos tem como fim a degradação destes de modo a levar os pais com algumas posses a transferir os filhos para escolas privadas.Toda esta ofensiva contra o sector público tem o apoio de uma grande parte da população, que acredita que os grandes culpados do estado a que chegaram as contas públicas são os funcionários públicos. Pura demagogia vomitada por Sócrates e seus sicários. Portugal não tem funcionários públicos a mais, é mesmo de entre os países europeus um dos últimos, como podemos ver na tabela a seguir, onde se mostra a percentagem destes na população activa segundo dados de 2004:
O problema português deve-se ao tipo de economia nacional, em que o sector de serviços (terciário) é excessivo em relação ao sector produtivo (secundário e primário). Fosse Portugal uma economia e uma sociedade equilibradas e a Função Pública encaixaria sem problemas mais 150 mil funcionários.Mas teria que haver uma política fiscal mais rigorosa e uma racionalização drástica dos salários, que ao nível das administrações, direcções e acessorias atingem níveis incomportáveis para um país como o nosso, ultrapassando os valores pagos nos países ricos…
No passado Sábado, dia 16 de Fevereiro, uma pequena delegação do MPP juntamente com alguns membros da A.N.(A.) marcaram presença na manifestação contra a demolição do Bolhão.


Embora este não seja um tema prioritário no actual momento político, o facto de estarmos a celebrar neste ano o centenário do regicídio e dentro de dois anos a implantação da república, leva-nos a perguntarmos-nos que vantagens trouxe a república a Portugal e aos países que optaram por esse tipo de regime institucional: nenhumas.Senão vejamos: são monarquias países como a Noruega, Suécia, Dinamarca, Holanda, Bélgica e Luxemburgo, que encabeçam a lista dos países mais prósperos na Europa, e mesmo fora dela, a Nova Zelândia, Austrália e Canadá são súbditos de Sua Majestade a Rainha de Inglaterra. Mas também países prósperos como a Finlândia, a Áustria, a Suíça, a Islândia e a Alemanha são repúblicas.Ficam portanto para a opção por um dos sistemas dois tipos de razões: as emocionais e as económicas.Emocionalmente, e afirmo-o como opinião pessoal, a Monarquia é o regime institucional mais natural, mais instintivo nos povos, e os seus detractores evocam sempre a possibilidade de o monarca não possuir as qualidades necessárias para cumprir a sua missão. Existem sempre soluções institucionais para contornar estas situações, que já surgiram no passado.De qualquer modo, penso que alguém que é educado desde muito cedo para servir a Nação como monarca, o fará com mais isenção e tranquilidade do que um político que faz o seu caminho a pulso até atingir o topo da hierarquia e que nesse percurso irá sempre criando relações de gratidão ou de dependência, impeditivas de uma postura verdadeiramente independente.
E incrivelmente a queda da monarquia iniciou-se com o assassinato ignominioso de um dos mais completos monarcas que Portugal teve: prestigiado a nível internacional, D. Carlos possuía profundos conhecimentos científicos nas áreas da Oceanografia e da Ornitologia e a sua sensibilidade artística produziu pinturas e desenhos de excelente qualidade. Foi um rei interventivo pela positiva, e lançou as bases de uma verdadeira democracia institucional, não perseguindo os seus inimigos políticos.
O seu assassínio deveu-se unicamente ao ódio irracional instigado pela maçonaria numa franja política marginal da sociedade, que embora pequena estava organizada e soube aproveitar a instabilidade gerada pelo regicídio para crescer durante o curto reinado de D. Manuel II, um rei justo e bom, mas fraco gestor de conflitos e presa fácil para os republicanos.E diga-se em abono da verdade, qualquer monarca será capaz de desempenhar o papel hoje atribuído ao presidente da república, com a vantagem de ser independente relativamente ao leque partidário, portanto mais isento.Claro que uma alteração de regime teria que partir de uma vaga de fundo de base popular, que levasse uma petição à Assembleia da República, que numa monarquia seria denominada simplesmente como Parlamento ou Assembleia Nacional.Em termos financeiros está fora de questão, é evidente, uma monarquia “à inglesa”, cujos gastos sumptuários seriam incomportáveis e inaceitáveis, mas sim uma monarquia discreta como sucede aqui ao lado, em Espanha ou nos outros países atrás mencionados.Pensamos que entre os custos de uma república, com as suas eleições presidenciais, com as mordomias vitalícias dos ex-presidentes e as despesas correntes do exercício da Presidência e do seu séquito ou uma monarquia discreta, a monarquia poderá ser menos onerosa para as contas do Estado.Não poderíamos deixar de referir a triste figura e a pequenez do ministro da defesa e deste governo de inspiração maçónico-republicana ao proibir a fanfarra do Exército de participar na homenagem a D.Carlos.Esquecem-se que as Forças Armadas não existem para defender a república mas sim a Nação e para todos os efeitos D.Carlos foi Chefe de Estado de Portugal, e nunca as correntes de opinião pró-monárquicas defenderam posições antidemocráticas, pelo que não se justifica a falta de “fair-play” de Nuno Severiano Teixeira.
Carlos Branco
Afinal há quem tenha medo de Salazar! Assim o demonstra o acto de vandalismo de que foi vítima o seu túmulo no cemitério do Vimieiro, em que um energúmeno destruiu o retrato do ditador. Actos deste tipo, sejam contra cemitérios cristãos ou hebraicos só podem ser perpetrados por dois tipos de pessoas: atrasados mentais, que não sabem o que fazem, ou cobardes que só demonstram coragem contra quem não pode ripostar. Mas fica-nos a ideia de que há quem receie que Salazar ressuscite…E consta que não falta quem o desejasse…ouve-se aqui e ali…










