A coincidir com a entrada em pleno da lei que liberaliza o aborto em Portugal, pela primeira vez se estima que os nados-vivos baixem da fasquia dos 100 mil, em 2009.
MPP

Quanto a mim, o principal problema para a baixa natalidade nos países ocidentais é a ganância e sofreguidão de lucros abissais por parte das grandes corporações, que não fazem acompanhar a massa salarial dos seus empregados à inflação. De facto, basta ver o que a PT fez o mês passado ao aumentar as taxas fixas do serviço telefónico numa altura em que se fala em deflação; a EDP prepara-se, com a bênção da ERSE, para aumentar em mais de 2% o tarifário da energia eléctrica; o preço da água também vai aumentar; a taxa de ligação de saneamento (em Gaia) teve um aumento de 100%; os combustíveis sobem mal aumenta o preço do petróleo e só descem depois de dias e dias de protestos; o (des)Governador do Banco de Portugal, do alto do seu salário superior a 5.000,00€ mensais (quanto é que ele ganha mais do que o Presidente da República?) falou em aumentar os impostos e baixar os salários para controlar o défice orçamental do Governo…e agora já aceita displicentemente aumentos entre 1% e 1,5%… tanta bondade!
Tudo isto se traduz na perda de poder de compra das pessoas que, logicamente, evitam ter filhos que só lhes trazem despesa: casa maior, vestuário, alimentação, livros escolares, saúde, etc.
Por que é que o meu patrão “Banco Santander Totta, S.A.” alinhou pelos aumentos salariais da Associação Portuguesa de Bancos (1,5%) e apesar disso está a obter ganhos superiores a 25% relativamente ao ano de 2008? Para onde vai esse dinheiro todo? Se fosse distribuído pela massa salarial, se calhar para o ano que vem nasciam mais umas criancinhas. Isto é igual em todos os países ocidentais. Não é só no caso português.
Os muçulmanos estão habituados a viver abaixo de cão e fazem filhos para servir de bombas e escudos humanos para as suas acções terroristas. Eles não são afectados por estas políticas financeiras porque não há multinacional que esteja interessada em operar nos países muçulmanos radicais (é destes e apenas destes que vem o perigo). Já alguém ouviu falar na Renault, IBM, Microsoft, Bayer, etc, na Líbia, Afeganistão ou Irão?
Pensem nisto.
A. Carvalho















