Mário Crespo não é, tanto quanto sei, Nacionalista ou defensor de qualquer outra linha política perseguida pelo Sistema. É apenas um Homem Livre, que expressa livremente os seus pensamentos e as suas opiniões em crónicas que leio com agrado. Mas não há muito tempo, numa conversa entre camaradas e amigos manifestei a minha admiração por ainda não o terem “calado”. Mário Crespo não teve pruridos em manifestar a sua opinião crítica aquando das alterações legislativas relativamente ao aborto e ao casamento homossexual, para além de criticar sem medo aqueles cuja atitude roça a indignidade, como determinados políticos no activo ligados a situações menos claras de corrupção activa e passiva, roubo, desvios de verbas…
Se fosse em alguns outros países, poderia enfrentar um pelotão de fuzilamento, a forca ou simplesmente seria envenenado… em Portugal, apenas o “lápis” da censura, mais tarde o desemprego, e se tal não bastar para o silenciar, alguém irá “fabricar” algo de demolidor acerca do Homem, e dentro de algum tempo a fraca memória do povo se encarregará de o empurrar para um miserável anonimato.
Leiam abaixo o texto da polémica.
Carlos Branco

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.
O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.
Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.
Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.
Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.
Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.
Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.
Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009.
O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.
O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.
O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.
Foi-se o “problema” que era o Director do Público.
Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.
Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Mário Crespo
Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado em 1/2/2010 na imprensa.


O Natal Cristão e a comemoração pagã do Solstício de Inverno estão intrinsecamente ligados. São datas celebradas há milénios pelas Civilizações dignas desse nome, e fazem parte do imaginário e da cultura Ocidentais.
O MPP, enquanto defensor do património cultural Europeu, saúda os seus filiados, simpatizantes ou simples leitores, desejando-lhes Festas Felizes, e desejando que o ano de 2010 marque o início de uma viragem no campo social e político.

Do blog Portugalclub recebemos a devida autorização para reproduzir o texto que se segue, da autoria do Sr Antunes da Silva. A imagem é do inestimável José Vilhena, caricaturista de algum modo reprimido antes do 25 de Abril, mas que após essa data experimentou dificuldades extremas em exprimir livremente a sua opinião. Politicamente incorrecto, José Vilhena coleccionou processos judiciais e indemnizações que por mais do que uma vez o deixaram quase na banca-rota.


Até há relativamente pouco tempo, os homossexuais – vulgo paneleiros, rabetas, invertidos, maricas, panascas, chocas, e outros nomes em calão pelos quais eram conhecidos – escondiam-se com algum pudor e era mesmo raro vê-los de dia, a não ser alguns dos mais atrevidotes junto aos quartéis. De resto, apareciam aqui e ali à noitinha, nas ruas e vielas próximo dos locais de culto da vida nocturna, a bambolearem-se sempre todos perfumosos, até às tantas, em busca de um potencial “prostitute-male” a quem pudessem pagar os préstimos sexuais. Depois entravam numa espécie de clandestinidade.

Agora, nesta moda das liberdades – ou melhor, da libertinagem – já aparecem todos altivos e subtis, em debates nos Órgãos de Comunicação Social, nomeadamente na televisão, com o maior dos desplantes a publicitarem reivindicações que, em bom abono da verdade se diga, são das mais absurdas que ao longo de toda a minha vida alguma vez já assisti, e importa tecer aqui algumas considerações.

Ontológicamente, a ideia “homem normal” é formada pelo que há de natureza comum entre os homens (regra geral) e não por aquilo que só alguns têm de próprio (excepção), como são, no caso em apreço, os homossexuais, isto é, aqueles cujo instinto genésico os dirige, única e exclusivamente, na procura de homens para a sua satisfação sexual. Daqui se conclui, numa primeira análise, que normais seriam, se se sentissem genéticamente orientados para a procriação com o sexo oposto, de harmonia com as leis da natureza, como, aliás, sucede com toda a gente normal. São estas e não outras as regras da natureza na vida animal e os humanos não são nenhuma excepção nos fundamentos da procriação.
Todos nós sabemos, e não é segredo nenhum para ninguém, que há desvios, (excepções) nas leis da natureza que estão na origem de muitas doenças e anomalias do foro psíquico ou fisiológico (algumas das quais de etiologia multifactorial) não sendo a homossexualidade, a única excepção. Infelizmente, é assim! Mas como são uns “chico-espertos”, querem passar um atestado de insanidade mental aos portugueses, ao tentarem convencê-los de que as excepções, nas quais estão incluídos, também fazem parte da regra, nas mesmas circunstâncias de igualdade, com os seus vizinhos heterossexuais.

De facto qualquer pessoa normal, e não precisa de ser muito inteligente, sabe que o instinto que leva um homem a gostar sexualmente de outros homens, é uma anormalidade, não é uma qualidade intrínseca natural como um homem em relação à mulher. Sabem-no muitíssimo bem! É uma realidade, à qual esses senhores homossexuais, quer gostem quer não, terão que se submeter, em vez de se refugiarem no jogo artificioso das palavras e argumentos decrépitos, idiotas, sempre a redemoinharem em círculo fechado. Se tivessem alguma vergonha e dignidade não andavam por aí feitos de patetas imbecis, a imerdarem-se junto dos órgãos de comunicação social, com essa mania de se quererem fazer passar por intelectuais da nova vaga, porca e analfabeta, eivados de uma visão futurista. É que isso não os ajuda em e só provocam a intolerância!… E um imenso nojo pela espécie! A leviandade dessas criaturas parece não ter limites. É hostilizante!.. E chega a ser ofensiva!

De mais a mais, se esses senhores não andassem distraídos, verificariam que, anatomicamente, o homem nem sequer foi dotado pela mãe-natureza com órgãos sexuais predistinados para ter relações sexuais com outros homens! Não!… Não é por acaso que a natureza intrínseca dos órgãos sexuais do homem e da mulher são diferentes! – Obviamente! Assim como também é óbvio e não é por acaso que, do ponto de vista sexual, a configuração anatómica e fisiológica do homem, tal como a identidade psicossexual de homem normal, só se harmonizam e complementam com as do sexo oposto – a mulher! E vice-versa, note-se! Que a homossexualidade é uma aberração da natureza, não deve ser novidade nenhuma para ninguém, quer para letrados ou iletrados, estúpidos ou inteligentes.
A homossexualidade não faz sentido nenhum na vida humana e como doença que é, está excluida de qualquer objectivo na natureza!… apenas existe! – como qualquer outra Doença ou Anomalia. E é a própria natureza, inclusive, que nos dá a resposta! De resto, até nem era preciso que a ciência falasse! E perceber isto, não é nenhum previlégio de uma maioria inteligente, é, sim, o mínimo que se pode exigir do raciocínio humano! É elementar! Estamos no século XXl mas, infelizmente, ainda há por aí muita gente ignorante e atrevida, que mais parece terem mioleira de passarinho, pois nem o que é básico sabem! São de um primarismo lamentável!

Essa gente não sabe, nem é fácil fazer-lhes perceber, que em todos os seres há uma teoria da normalidade no sistema de reprodução e que constitui a regra fundamental na manutenção da espécie.
A tendência homossexual é uma tendência estranha, não comum, que se quer colocar em paralelo com a normalidade. É uma sexualidade não linear. O homem nasceu para ter comunhão com uma mulher e vice-versa, e eu penso isso, do ponto de vista cultural e científico. Mas, infelizmente, ainda há muitas pessoas a quem lhes falta o conceito intelectual da normalidade nesta matéria. Não é normal o homem dar à luz!

A prática de sexo entre dois homens é a perversão do acto sexual!… Daquilo que é pressuposto ser uma função normal do instinto genésico que conduz dois seres humanos do sexo oposto à procriação. Tão simples como isto. E esta verdade de ontem é verdade hoje, sê-lo-á amanhã e sempre – e é-o para todos! Mas, essas criaturas de uma teimosia obstinada, parecem ter o prazer sádico de provocar os outros tentando demonstrar o indemonstrável, pervertendo a essência de um dos princípios de existência que constitui a natureza permanente do ser humano. Têm o manifesto gozo de se exibirem, raiando a provocação. É como se os seus melhores orgasmos os sentissem quando exarcebam publicamente os seus comportamentos. Era bom que essas criaturas limitassem a sua exibição dentro das suas organizações e clubes, como por exemplo o de Braga – Clube Marquês de Sade – onde o exibicionismo, fetichismo travestido e sadismo são as práticas usuais dos frequentadores desse clube e outros, onde os membros têm à disposição um espaço para as práticas sexuais, assim como vídeos, revistas, roupas, couros, cosméticos e outros materiais comprados em “sex-shops”.

O que ainda me surpreende nessas criaturas, é nos debates televisivos mostrarem ares de dignidade, serem pessoas cultas e civilizadas e, por outro lado, presentearem-nos de vez em quando em manifestações de rua, com comportamentos incivilizados e grosseiros do mais ultrajante e mau gosto semelhantes aos povos silvícolas e atrasados do passado. Há quem ache que deveriam ser presos por corrupção da moral pública. Em minha opinião, acho que no fundo merecem ser dignos de comiseração, compreensão e ajuda médica!… Física e psicológica!
Passem bem.

Antunes da Silva – Odivelas.

Texto de António da Cunha Duarte Justo publicado no PORTUGALCLUB, que autorizou o MPP a reproduzi-lo. De modo a tornar mais fácil a apreensão das ideias e sem qualquer intenção sensória, cortámos algumas frases.

Independentemente duma avaliação da decisão dos suíços contra a construção de minaretes é incompreensível o melindre da reacção no mundo árabe. Um mundo de intolerância religiosa como não há igual protesta como se na Suíça não houvesse liberdade religiosa para os muçulmanos. Habituados a expandir sem contrapartidas e a discriminar sem que os políticos ocidentais reclamem, nem sequer notam a atitude descarada que tomam. O Islão é uma religião política sem lugar para uma sociedade aberta. Os cristãos ficariam felizes se nos países islâmicos lhes fosse dada a liberdade de prática religiosa como na Suíça.

À medida que a religião cristã se retira dos grémios de decisão da cultura por ela formada e segue o espírito do tempo, surge o Islão que pouco a pouco vai ocupando o seu lugar.
Facto é que o individualismo extremo e o relativismo do Ocidente fomentam a necessidade da religião islâmica. Ela não pode ser atacada pela sua metodologia expansionista. A sua força dá-lhe razão.
A intolerância religiosa revela-se hoje como uma forma prática e eficiente de expansão do imperialismo cultural islâmico. É talvez a sua forma de desforra perante o domínio económico ocidental.

Enquanto o jornalismo ocidental se perde em discussões inúteis de ataques ao papa com o “crime” dos preservativos, o mundo muçulmano tem um outro discurso que se pode resumir nas palavras do primeiro-ministro da Turquia, o senhor Erdogan que diz: “Os minaretes são as nossas baionetas, as cúpulas os nossos elmos, as mesquitas as nossas casernas, os crentes os nossos soldados…” in HNA3.12.2009. A saudade do poder hegemónico sobre o Próximo Oriente e Cáucaso está hoje mais que presente na Turquia que se sente com poder e consciência nata para congregar em seu torno parte dos estados islâmicos.

O Ocidente invade-os com as suas tecnologias e eles em contrapartida constroem nas sociedades ocidentais os seus guetos islâmicos que se afirmam a pretexto da liberdade religiosa. Nos países de cultura cristã exigem que se respeite o seu gueto e a construção de mesquitas e nos seus países islâmicos defendem a intolerância religiosa e a demolição do que não seja ou não se torne islâmico, muito embora os cristãos se encontrassem já nestas regiões antes do Islão ter chegado. A intolerância conduziu à extinção dos cristãos ou quase extensão como aconteceu na Turquia, que duma percentagem de cerca de 25% de cristãos nos inícios do século passado, passaram hoje a uma percentagem muito abaixo do 1%.
(…)
A violência contra os cristãos é especialmente forte nos países islâmicos e nos regimes comunistas. (…)
No Paquistão a destruição de igrejas e a perseguição dos cristãos é legalizada sob o manto da “Lei contra a Blasfémia” de 1986 que ameaça com a pena de morte quem difame o Corão ou Maomé. Segundo Peter Jacob do movimento “Pax Christi”, esta lei serve de pretexto para perseguir cristãos e muçulmanos moderados.
Na Coreia do Norte encontram-se milhares de cristãos em prisões e em campos de concentração. Os comunistas lembram-se que a queda do “muro da vergonha”e a derrocada dos regimes totalitários socialistas do Leste também teve a ver com a acção dos cristãos que defendiam a liberdade individual e os mais oprimidos do sistema.
Na China o Governo não tolera que cristãos anunciem o evangelho encontrando-se também padres e bispos em prisões, em campos de trabalho e muitos desaparecem sem rasto.
Na Nigéria a violência aumenta também a olhos vistos.
”Especialmente no Paquistão, em parte da Índia e do Extremo Oriente os cristão são tidos como gente típica do Ocidente”, afirma Eberhard von Gemmingen da Rádio Vaticano. Todo o mal é visto como vindo de fora e é atribuído ao imperialismo americano que identificam com o cristianismo, como ameaça.
(…)

A presença islâmica e consequente islamização da sociedade é vista com certa apreensão por muitos europeus ao contrário do que acontece em relação à presença de judeus, budistas ou outros. O Islão é hegemónico e considera tudo o que está fora dele como inferior, como região do combate. A religião de Maomé consolida-lhes o passado e possibilita-lhes o futuro, além de ser um factor de identificação num contexto supranacional. O conceito cristão da dignidade pessoal e da liberdade de consciência individual é antagónica a uma cultura de estruturas nómadas. A sua força de identificação contrapõe-se ao processo decadente ocidental em que um secularismo cego se afirma no desprezo da religião. O contexto judaico – cristão criou a modernidade. Duma maneira geral, o muçulmano, religioso integral, vê no cristianismo uma realidade fraca e decadente de que o modernismo e o secularismo são expressão. O modernismo ocidental, a emancipação, a desmontagem da família, o liberalismo sexual é para ele uma provocação, uma ameaça à cultura.

Na Índia, hindus perseguem brutalmente cristãos porque vêem neles uma provocação.
Embora os cristãos se encontrem na Índia desde os princípios do Cristianismo, a agressão contra os cristãos deve-se ao facto destes recrutarem novos adeptos das castas inferiores que vêem no cristianismo uma religião que lhes devolve a voz.
Na Turquia e no Norte de África, embora o Islão seja posterior ao cristianismo, a sua doutrina da intolerância e de expansão não consente gente doutro pensar. Os cristãos até na Turquia são perseguidos e discriminados sendo mesmo identificados com um número específico no bilhete de identidade. Assim torna-se mais fácil obstar a que façam carreira no Estado.
(…)
A lição da Sérvia e do Kosovo revela que quem aposta na religião tem garantido o poder futuro até mesmo sobre as democracias, uma vez alcançada a maioria. O Islão ganha terreno em todas as frentes não só pela coesão da sua religião mas também pelo interesse do capitalismo nas suas riquezas energéticas e até por uma esquerda ocidental que aposta nele como forma de estar autoritária mais compatível com o socialismo marxista.
(…)
Na Alemanha entram por ano 600 chefes religiosos (Imâns) da Turquia sem qualquer controlo enquanto que na Turquia só é permitido um padre católico para toda a Turquia não sendo permitida a construção nem restauração de igrejas. Assim dão oportunidade a que as forças mais extremistas da religião se afirmem impedindo a formação de grupos laicos e renovadores dum Islão moderno compatível com a sociedade acolhedora.
(…)
Toda a religião e doutrina que se empenhe na libertação do Homem e na defesa dos pobres e oprimidos e na mudança das relações vigentes serão depreciadas pelos mais fortes.
Nos países de cultura cristã, os muçulmanos são protegidos e apoiados até na construção de templos (mesquitas) enquanto que os cristãos em países muçulmanos se encontram em perigo de vida e são vítimas da intolerância.
A palavra de ordem da Igreja é aguentar, na esperança de novos tempos dum Islão e dum Comunismo mais tolerantes. O cristão não está legitimado a reagir com violência, em nome da religião. Naturalmente que a pessoa da rua não compreende que o Islão deva ser respeitado enquanto que o cristianismo deva ser posto à disposição como aconteceu em Portugal com o socialista Sócrates que mandou banir os crucifixos das escolas. A cruz quer-se tabu enquanto que o símbolo religioso do lenço na cabeça das mulheres se deve tornar chique. A tolerância não pode ser uma estrada dum só sentido.
(…) Enquanto que o Cristão está chamado a ser solidário com todo o ser humano, o muçulmano está chamado a ser solidário com o muçulmano. Aqui está a diferença. A diferença está documentada no Novo Testamento e no Corão. Uma leitura dos dois ajudará a compreender a diferença entre as duas maneiras de estar na vida. Na civilização árabe a ciência e a sociedade encontram-se subjugadas à religião que não deixa despontar o valor da subjectividade no indivíduo. Só conhece o sentimento colectivo religioso e o valor ordenador da tribo ou família.
Duma maneira geral, a sociedade islâmica é deficitária a nível do indivíduo e rica a nível do nós (comunidade) enquanto a sociedade ocidental é deficitária no nós para ser pródiga com o indivíduo. (…)

António da Cunha Duarte Justo
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Em 1640 os Portugueses trataram convenientemente dos traidores… hoje votam neles para a Assembleia da República e para o Governo…

No 10 de Junho, data iminentemente Nacional e ligada à gesta lusitana, tivemos o desgosto de ouvir nos festejos oficiais uma oração islâmica, a oração que é do inimigo efectivo no passado, oração do inimigo que nos infiltra silenciosamente no presente, e que já tem planos para o futuro como detentor do Poder no nosso mundo.

Neste 1º de Dezembro, data em que se devia comemorar a Independência Nacional, Portugal entregou na mão dos donos da Nova Ordem Mundial uma parte importante da sua soberania, e vai ficar para sempre o nome da capital Portuguesa associado a um tratado que, ao contrário do que julgam os grandes “pensadores” do Universalismo, vai provavelmente ser um golpe mortal na União Europeia, que se queria uma união de Nações.

O Tratado de Lisboa é um passo demasiado grande e apressado no sentido de uma efectiva união de povos.
Não sabemos se por ingenuidade, se por influência do Tio Sam, o Tratado de Lisboa foi, para quem se quis manter informado, um projecto destinado ao fracasso, o que convém a Washington, para quem uma Europa Forte é um rival indesejável.

Na verdade ainda não se conseguiu incutir nos cidadãos da Europa o sentimento de Cidadania Europeia.
Os cidadãos europeus sentem-se, antes de europeus, cidadãos dos seus próprios países, e a imposição por via institucional de uma cidadania europeia é encarada como um processo não democrático. A verdade é que o Tratado de Lisboa não foi pacificamente referendado e na maior parte dos países a ratificação foi feita a nível parlamentar, à margem da opinião popular.

Temos pois, o nosso dia da Restauração associado a partir de agora à perda de uma parte importante da liberdade de decisão enquanto Nação soberana.

Carlos Branco

A coincidir com a entrada em pleno da lei que liberaliza o aborto em Portugal, pela primeira vez se estima que os nados-vivos baixem da fasquia dos 100 mil, em 2009.
MPP

Quanto a mim, o principal problema para a baixa natalidade nos países ocidentais é a ganância e sofreguidão de lucros abissais por parte das grandes corporações, que não fazem acompanhar a massa salarial dos seus empregados à inflação. De facto, basta ver o que a PT fez o mês passado ao aumentar as taxas fixas do serviço telefónico numa altura em que se fala em deflação; a EDP prepara-se, com a bênção da ERSE, para aumentar em mais de 2% o tarifário da energia eléctrica; o preço da água também vai aumentar; a taxa de ligação de saneamento (em Gaia) teve um aumento de 100%; os combustíveis sobem mal aumenta o preço do petróleo e só descem depois de dias e dias de protestos; o (des)Governador do Banco de Portugal, do alto do seu salário superior a 5.000,00€ mensais (quanto é que ele ganha mais do que o Presidente da República?) falou em aumentar os impostos e baixar os salários para controlar o défice orçamental do Governo…e agora já aceita displicentemente aumentos entre 1% e 1,5%… tanta bondade!
Tudo isto se traduz na perda de poder de compra das pessoas que, logicamente, evitam ter filhos que só lhes trazem despesa: casa maior, vestuário, alimentação, livros escolares, saúde, etc.
Por que é que o meu patrão “Banco Santander Totta, S.A.” alinhou pelos aumentos salariais da Associação Portuguesa de Bancos (1,5%) e apesar disso está a obter ganhos superiores a 25% relativamente ao ano de 2008? Para onde vai esse dinheiro todo? Se fosse distribuído pela massa salarial, se calhar para o ano que vem nasciam mais umas criancinhas. Isto é igual em todos os países ocidentais. Não é só no caso português.
Os muçulmanos estão habituados a viver abaixo de cão e fazem filhos para servir de bombas e escudos humanos para as suas acções terroristas. Eles não são afectados por estas políticas financeiras porque não há multinacional que esteja interessada em operar nos países muçulmanos radicais (é destes e apenas destes que vem o perigo). Já alguém ouviu falar na Renault, IBM, Microsoft, Bayer, etc, na Líbia, Afeganistão ou Irão?

Pensem nisto.

A. Carvalho

Ó linda flor que culpas não tens
Que surgida da natureza viva
Te usassem como símbolo da morte
Que da Lusitânia fosses a despedida

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Não penses que te culpamos
Pela perda da Pátria amada
Junta-te a nós e chora a tua mágoa
Pois também tu foste humilhada

Marisa Gomes

Cópia de vaccs_dees
Pode parecer cruel para os familiares e amigos das vítimas mortais da Gripe A, mas a verdade é que, mesmo para os especialistas, esta gripe não apresenta riscos reais superiores aos da gripe sazonal.
Que se passa na verdade, o que terá provocado esta histeria mundial em volta de uma doença “corriqueira”?
Uma conspiração mundial no sentido de reduzir a população do nosso planeta em crescimento ainda descontrolado?
A sede de lucro da indústria farmacêutica e dos seus accionistas?
Ou ambos os motivos?
Chega-nos informação que nos dá conta da criação de trigo transgénico que provocava azoospermia (ausência ou morte dos espermatozóides) nos homens que se alimentavam dos seus derivados.
Que foi ministrada a milhões de mulheres em idade fértil no México, Nicarágua e Filipinas, uma vacina anti-tetânica patrocinada pela OMS e que se veio a descobrir que possuía efeitos abortivos. Curiosamente essa vacina não foi inoculada em homens, que estariam em condições normais mais expostos a contrair o tétano. Que a contagem de espermatozóides dos homens tem diminuído drasticamente de geração em geração nas sociedades mais evoluídas.
Que em determinado país havia instruções para laqueação de trompas em todas as cesarianas.
Que se julga que a SIDA tenha sido concebida em laboratórios americanos com o fim de acabar com determinado sector da população e que por falha do projecto se dissemina indiscriminadamente.
Que a gripe A surgiu aparentemente no México e tem atingido com maior mortalidade populações geneticamente ligadas àquilo que os americanos denominam como “latinos”.

Algo de estranho se passa, e as nossas suspeitas aumentam quando a indústria farmacêutica, ligada a grandes lóbis financeiros mundiais entra em campo criando condições para facturar biliões à custa da sua influência sobre o poder político.
Surgem vacinas, insuficientemente experimentadas, que à pressa são impostas a milhões de pessoas. Em alguns estados dos Estados Unidos, as crianças não vacinadas são proibidas de ir às aulas, e os pais são multados segundo vários critérios (multa diária, multa única, privação de direitos civis, suspensão de benefícios fiscais, etc), até condescenderem na vacinação dos filhos.
Tudo isto, apesar das suspeitas de ligação das anteriores vacinas do mesmo tipo à Síndrome de Guilain-Barre, um grave distúrbio neurológico que conduz geralmente à morte.
“A pulga atrás da orelha” surge da desconfiança dos profissionais de saúde, que são “quem sabe da poda”.
E quando ficamos com a nítida sensação de que em certos órgãos de informação as opiniões contra a vacinação são censuradas.
E quando nos chegam notícias que a americana Baxter entregou para distribuição em 16 laboratórios no centro da Europa vacinas contaminadas com h5n1, que iriam inocular em humanos, talvez propositadamente (precisam de cobaias) com a gripe das aves, essa sim, provavelmente mais mortal e de contaminação mais célere.
Vêm depois políticos e responsáveis governamentais tomar a vacina diante das câmaras dos media… mas na verdade ninguém sabe se estão a ser injectados com a vacina… ou com soro fisiológico…
Mesmo sem querer acreditar em “teorias da conspiração”, somos forçados a deduzir que algo de muito estranho se está a passar…
Sabemos que os americanos não tiveram problemas em expor os seus próprios militares ao sopro radioactivo das primeiras explosões nucleares.
Sabemos que dezenas de mulheres soldado americanas que viajaram sentadas em cima de caixotes com munições de urânio empobrecido ficaram estéreis ou deram à luz crianças com deficiências.
Sabemos que o urânio empobrecido despejado pelos americanos nos Balcãs contaminou um número indeterminado (por ser encoberto) de militares de vários países.
Sabemos que os americanos “atapetaram” o Vietnam com o famoso Agente Laranja, contaminando os próprios soldados americanos para além das populações. Como resultado, taxas elevadas de cancros diversos, devido a utilização da tetraclorodibenzodioxina, para além de malformações nas crianças nascidas de grávidas afectadas pela dioxina.

Pelo sim, pelo não, em minha casa ninguém se vacina…
Nada como uma gripezinha para ganharmos imunidade a ela mesma…

Carlos Branco

Humilhado, espezinhado, decadente
Incapaz, abandonado, doente
Assim te encontras ó meu País
Minha Pátria, meu berço, minha raíz

Ó Pátria amada, cobardemente atacada
Holocausto em plena madrugada
Capitães de uma causa rude e vil
Abril, Abril, lágrimas mil

Marisa Gomes

mayanlord2012
É preocupante o enfraquecimento gradual do campo magnético da Terra, um fenómeno conhecido há muito tempo. Calcula-se que no último século e meio a sua intensidade se reduziu pelo menos em dez por cento, apesar de em zonas como a Anomalia do Atlântico Sul estar a diminuir dez vezes mais depressa que noutros lugares.
Segundo um estudo científico publicado em Nature Geoscience, este enfraquecimento poderia provocar uma iminente inversão magnética dos pólos.
A Terra, da mesma forma que outros planetas do Sistema Solar, possui um campo magnético que se estende do núcleo até ao exterior, que vai perdendo progressivamente intensidade.
Graças a este campo, o planeta comporta-se como um íman gigante com dois pólos magnéticos que se encontram próximos dos pólos geográficos – o pólo norte magnético está actualmente a 1.800 quilómetros do pólo norte geográfico.
O campo magnético terrestre forma um escudo protector contra o vento solar, que é o fluxo de partículas carregadas de alta energia proveniente do Sol.
Este escudo, conhecido como magnetosfera, é o que protegeu sempre a vida da Terra contra grande parte da radiação que vem do Sol.
Tem-se verificado que a magnetosfera nem sempre teve a mesma força, já que está dependente de oscilações naturais de máxima e mínima intensidade.
Actualmente, a magnetosfera está a enfraquecer progressivamente, mas considera-se que os níveis se encontram ainda acima da média quando comparados com outros períodos recentes.
No entanto, um estudo científico acaba de assinalar que oscilações menores e mais rápidas poderiam diminuir a protecção da magnetosfera numa questão de meses.
O geofísico Mioara Mandea, do Centro de Investigação Alemão GFZ, estuda há anos como os súbitos movimentos de fluidos no interior do núcleo da Terra podem alterar a protecção magnética.
Concretamente, faz referência a mudanças que estão a ocorrer na zona conhecida como Anomalia do Atlântico Sul, um ponto frágil na borbulha magnética protectora da Terra.
O campo magnético da Terra enfraqueceu pelo menos 10% nos últimos 150 anos, o que poderá significar uma próxima inversão dos pólos. Esse enfraquecimento não implica necessariamente a proximidade de uma inversão, mas de uma probabilidade da mesma.
Apesar do seu trabalho ser um dos mais recentes, existem mais estudos que o corroboram. Ainda assim, o consenso geral não existe.
A comunidade científica reconhece que as inversões geomagnéticas são de natureza caótica e não há forma de predizê-las.
Tanto poderiam suceder agora como dentro de milhares de anos. Graças a indícios registados nos sedimentos marítimos, sabe-se que nos últimos cinco milhões de anos, o campo magnético terrestre sofreu mais de vinte inversões, a última das quais há 780.000 anos.
O que poderia acontecer com uma mudança súbita dos pólos magnéticos Norte-Sul é um tema amplamente discutido e sobre o qual não existe consenso científico.
O que se sabe é que a mudança traz consigo um enfraquecimento do campo magnético, seguido de um período de recuperação e reorganização da polaridade oposta.
O efeito mais referido é a vulnerabilidade da Terra perante as tempestades solares. O próprio Mandea afirma que “se houvesse tempestades magnéticas e partículas de alta energia provenientes do Sol, os satélites poderiam ser afectados e perderem as ligações”.
Uma pressão do vento solar suficientemente intensa sobre uma magnetosfera débil, poderia alterar as órbitas dos satélites, danificar as comunicações de todo o planeta, avariar todo o tipo de equipamentos eléctricos e até afectar as pessoas se a radiação fosse bastante intensa.
Como tantos processos naturais movidos por forças caóticas, é imprevisível conhecer quando irá acontecer a próxima inversão magnética polar. Podemos nunca saber ou poderemos vivê-la em breve.

Gil Leite
(Segundo artigo de José Lopez na revista Fusion)
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O Movimento Pró-Pátria

Fundado em meados de 2006 na cidade do Porto, o Movimento Pró-Pátria é um movimento político que surge da necessidade de uma nova plataforma associativa inteiramente interessada e dedicada à defesa de Portugal numa perspectiva abnegada e patriótica. Depois de uma primeira fase de fundação que se quis serena, o MPP, como movimento ambicioso e confiante que é, pretende mostrar-se aos portugueses, crescer e consolidar. Queremos ser uma referência na sociedade e uma influência positiva na política em Portugal! Junta-te a nós!