
Neste sábado, dia 5 de Maio de 2007, ficou provado que Portugal, neste campo, está já ao nível do que pior existe na Europa. Assistimos no Porto e em Lisboa à mobilização da escumalha da sociedade Portuguesa que, numa reivindicação pela descriminalização a todos os níveis da utilização da canábis, mobilizou no Porto mais de 300 pessoas e em Lisboa umas 500.
Jovens de andar bamboleante ou tropeço, olhar vítreo pelo uso de substâncias estupidificantes/anestesiantes ou de olhar desafiante pela imbecilidade interior, jovens inúteis com aspecto de transportarem parasitas diversos para além do sarro resultante da sua alergia às mais elementares normas de higiene física e mental, vestidos de palhaços ou como palhaços, na sua maioria parasitas da sociedade ou das suas pobres famílias (que sustentam jovens completamente improdutivos) e crianças para ali levadas por pais criminosos à luz da legislação actual…
Nos passeios, a indiferença das pessoas que não concordam, mas que dão como facto consumado que aquele é o futuro na Nação, que não há nada a fazer… As pessoas de bem perderam a capacidade para se revoltarem. E perante a complacência geral, esta escumalha vai avançando, vai apelando impunemente à prática criminosa com frases fantásticas como “combate o tráfico: cultiva canábis em casa”.
Uma nota final: estranhámos a discrição da presença das autoridades, com pouco mais de meia dúzia de elementos no Porto, mesmo depois dos incidentes que houve no dia 25 de Abril com escumalha idêntica em Lisboa.
Carlos Branco
