Muitos de nós já questionaram a passividade dos Estados relativamente a esta onda de crianças raptadas, maltratadas ou até vítimas de pedofilia. A conversa dos políticos é sempre banal, anunciando medidas onde na prática não se vêem resultados ou ainda apresentando soluções fáceis mas que por detrás escondem segredos. No caso das crianças abandonadas ou com problemas no seio da família, apresentam-nos como alternativa os casais homossexuais e em casos de crianças desaparecidas querem dar-nos a conhecer a futura solução: o chip.
Vejamos o caso dos homossexuais. Um dia estava numa aula e o tema foi a homossexualidade e o meu professor colocou-nos a seguinte questão:” O que é o melhor para as nossas crianças? Um pai entrar em casa bêbado e ir bater na mulher ou um casal homossexual adoptar uma criança e dar-lhe amor e carinho?” Perante esta afronta, uma pessoa emocionalmente tende a preferir a segunda opção. Isso é o mais fácil, mas o mais errado. Devemos, e isso sim, combater tudo o que é negativo para as nossas famílias. Sejam o álcool, as drogas ou até os filmes norte-americanos onde o seio da família mais parece a guerra do Iraque.
No segundo caso, com este aumento de crianças desaparecidas aumenta o medo dos pais e aí surge uma futura proposta a ser implementada: um chip. Este chip é implantado no corpo do bebé e este torna-se uma espécie de GPS. Será um método de segurança ou controle da pessoa?Além de nos localizar, será uma maneira de influenciar o nosso pensamento, as nossas escolhas ou privar-nos da nossa liberdade? Como poderá um homem ser livre de pensamento estando controlado por um sistema?
Daí que esta onda de violência, raptos, assassínios, etc, traga a sua vantagem e consequência. Nada acontece por acaso, tudo tem a sua razão. Mas o que importa neste momento é que estão a colocar-nos entre a espada e a parede.
Daniel Lage


