



Com cada vez mais frequência a palavra racismo tem sido usada em tudo quanto é órgão de informação, por vezes de maneira despropositada.
Senão, vejamos o actual conceito do termo: racista é o indivíduo que odeia outro ou outros, apenas porque pertencem a outra raça. Racista é o indivíduo que acha a sua raça superior às outras. Em última instância, racista é aquele que quer eliminar os indivíduos de outra raça.
Pensamos que hoje em dia ninguém mentalmente saudável corresponde a estas definições.
O que está simplesmente a acontecer, é que indivíduos de raças diferentes da raça residente original dos vários países da Europa estão gradualmente a ocupá-la, provocando uma reacção natural de defesa, essencialmente de defesa de hábitos ancestrais que foram evoluindo serenamente ao longo dos tempos e que em poucos anos estão a ser alterados de forma drástica ou mesmo a desaparecer.
Se essa penetração alienígena ocorresse em pequena escala, não haveria choque de culturas, não haveria instabilidade social e laboral. Ninguém ouviu falar em racismo no futebol, quando Eusébio, Coluna ou Shéu entravam em campo, ou quando um Yazalde e um Cubillas ingressaram em equipas nacionais. A sua presença não adulterava a identidade cultural da equipa ou da selecção nacional, tanto mais que relativamente aos primeiros, eles eram de terras política e emocionalmente ligadas à Nação Portuguesa. Hoje as selecções nacionais, já não são nacionais, são antes equipas de mercenários de outras paragens, que no caso da selecção francesa de futebol se torna mesmo chocante.
Que diria Asterix? Talvez: “0nde estão os gauleses?”
E quanto aos chineses, nunca se colocou nenhuma questão quando a sua presença se resumia basicamente a restaurantes ou a umas poucas lojas. O problema surgiu quando as poucas lojas se transformaram em muitas, levando à ruína e ao desespero milhares de comerciantes portugueses e europeus, já em maus lençóis devido aos hipermercados e aos centros comerciais.
E a sua presença não produziu qualquer mais valia para as economias nacionais, até porque todo o circuito comercial está na mão dos orientais, desde a produção, ao transporte, ao armazenamento, distribuição e comercialização.
O mesmo se aplica aos indianos e paquistaneses, que em conjunto com os chineses são já 75% dos residentes na Mouraria, segundo o JN.
Em relação aos paquistaneses, marroquinos ou argelinos, também nunca houve tensão social em território luso. Surge agora o factor novo, que é a agressividade expansionista do Islão que quer recuperar a Península Ibérica, que lhe pertenceu no século VIII. Há também a questão do terrorismo, a intolerância religiosa e o choque cultural. Há também o facto de existirem já em Portugal várias mesquitas e madrassas, discretamente instaladas e em expansão.
Não somos racistas pelos critérios do Sistema. Sabemos que as raças humanas, tal como as de todos os animais classificados em raças, resultaram da adaptação aos ecossistemas que escolheram para viver. Milhares de anos de Evolucionismo - o facto biológico mais importante identificado até hoje – levaram através de milhares de gerações ao aparecimento das raças tal como as conhecemos hoje, a partir de um tronco comum, o homo erectus, que se foi ramificando.
Tentar riscar a palavra “raça” do léxico de todas as línguas é a maior estupidez que o Sistema tentou até hoje. As raças existem, e dentro delas as etnias. O importante é que as raças se respeitem e tenham boas condições de vida nos territórios onde evoluíram, porque é ali que se sentem fisicamente bem. A fuga para outras paragens fisicamente menos confortáveis, como a fria Europa – segundo o ponto de vista de árabes e negros – é compensada pelas benesses sociais: gostam mais de África mas estão melhor na Europa, longe da fome e da guerra.
Devem portanto os europeus investir desinteressadamente na qualidade de vida em África, em vez de continuar a ver aquele continente como uma fonte de matérias primas, um território de oportunidades e para oportunistas, que sob a aparência de um relacionamento cordial continuam a “sugar” o petróleo, o gás natural, os diamantes, o cobre, a prata, o volfrâmio, o urânio, sem que os povos daqueles países beneficiem.
Como li num diário gratuito, um continente rico habitado por gente pobre.
Não queria acabar sem lembrar que as maiores chacinas cometidas pelo homem não tiveram a “raça” nem a “religião” como rastilho, como querem fazer crer os Políticos.
Estaline, eslavo branco chacinou milhões de compatriotas também eslavos brancos. As duas guerras mundiais, que produziram milhões de mortos, opuseram cristãos brancos a cristãos brancos. A Guerra Civil espanhola e a Guerra da Secessão Americana, ambas brutais, com cerca de um milhão de vítimas mortais cada uma, opuseram brancos contra brancos. Mão-Tse-Tung, chinês liquidou milhões de chineses. Pol-Pot, cambodjano fez desaparecer quase 2 milhões de cambodjanos. Os Hutos mataram quase 1 milhão de Tutsis no Ruanda na década de 90. Desta vez, negros contra negros.
Na verdade os políticos são os verdadeiros responsáveis pelos principais e mais mortais conflitos que assolaram, assolam e virão a assolar a humanidade, não os conflitos de ordem étnica ou religiosa, que são geralmente circunscritos a realidades locais.
Carlos Branco
